sexta-feira, 13 de maio de 2016

Luciana Mello inaugura temporada de shows do Festival Sons da Nova

Dar voz aos novos talentos da música popular brasileira. Essa é a missão do Festival Sons da Nova, projeto realizado pela Capty Group Produções e Eventos que, entre junho e outubro de 2016, reunirá estrelas consagradas e promessas da música em diversas apresentações na cidade de São Paulo. Os eventos contam com patrocínio da Lorenzetti, empresa líder em duchas, chuveiros, torneiras elétricas e aquecedores de água a gás.
A primeira apresentação ocorrerá no dia 11 de junho, no Bar Brahma Centro, na famosa esquina das avenidas Ipiranga e São João e receberá a cantora Luciana Mello, que promete embalar a plateia com sucessos como “Simples desejo” e “Assim que se faz”. Para abrir o show de Luciana, a compositora e cantora angolana Jéssica Areias exibe o seu repertório eclético e contemporâneo, com influências musicais do seu país de origem, de Cabo Verde, Portugal e do Brasil.
“A união de uma personalidade já consagrada na música com um novo talento é uma maneira de convidar o público, que já aprecia os cantores e as canções famosas, a ouvir vozes menos conhecidas no Brasil, mas que também contam com boa bagagem e muita competência”, explica Marcia Soares, diretora geral do projeto.
Para a patrocinadora do festival, a iniciativa irá inspirar muitos outros talentos e também fortalecerá a música popular brasileira. “Faz parte da nossa filosofia apoiar projetos que fomentam a cultura. Acreditamos que a iniciativa Sons da Nova pode transformar o meio musical e dar uma nova cara à MPB, ao unir grandes nomes e novos talentos da música brasileira”, destaca Alexandre Tambasco, gerente de marketing da Lorenzetti.
Com o incentivo do ProAC, da Secretaria da Cultura, e o apoio da rádio Nova Brasil FM e da agência de comunicação Grupo Image, o festival Sons da Nova conta com a direção musical de Kiko Moura e levará, uma vez por mês, diversas atrações ao palco do Bar Brahma. Já no encerramento da temporada, em outubro, o show será gratuito no Tom Brasil.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

O projeto travessias apresenta a diversidade cultural africana

Em maio, no Travessias, projeto em que a diversidade cultural é pensada a partir das experiências de travessias - geográficas, simbólicas, identitárias e políticas - o Sesc Santo Amaro apresenta um bate-papo, uma intervenção e um workshop, todos voltados ao tema.

Travessias Africanas é uma roda de conversa que vai acontecer dia 11 de maio, às 19h, e vai contar a história, a cultura e a experiência de refúgio de povos do continente africano. Nessa interlocução, estarão presentes os refugiados africanos  Papa Ba (senegalês) Frank Mputu (congolês).  Esse bate-papo terá mediação de Paulo Farah, professor doutor no programa de graduação e de pós-graduação na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).

Foto: Dança Mandigue, por Mariama Camara.


Dia 11 de maio, às 21h, a dançarina, percussionista, cantora, coreógrafa e professora guineana Mariama Camara, apresenta a intervenção de dança africana Mandigue. Nessa apresentação, a coreógrafa realiza uma intervenção com movimentos corporais, cantos e toques de ritmos que permitem a releitura de significados ancestrais que são transmitidos de geração em geração nas aldeias e nos balés da Guiné.

Foto: Flavia Mazal e Rafael Fazzion, por Gui Simi.

Mariama Camara é guineana e vive no Brasil há sete anos. Sua carreira artística é consolidada internacionalmente desde 1999. Integrou o Les Ballets Africains (1999-2007), dançou com artistas renomados como Youssor N’dour, Salif Keita e Youssouf Koumbassa. De 2007 para cá, ela tem sido participado de seminários, acampamentos internacionais, cursos e oficinas de dança, percussão, canto por diversos países da Europa, Oriente Médio, Ásia e Américas. O trabalho de Camara representa a difusão da diversidade cultural africana e a imersão no conhecimento da história da Diáspora da África do Oeste.

Foto: Flavia Mazal, por Gui Simi.


Também faz parte do projeto Travessias o workshop de Percussão Mandigue com aula de dança com os professores da Trupe Benkady, Flavia Mazal e Rafael Fazzion no dia 19 de maio, às 19h.

A Trupe Benkady é um coletivo paulistano de artistas, que pesquisa e desenvolve as danças e ritmos dos balés tradicionais do oeste africano, principalmente da Guiné, tendo como base a música Malinké, utilizando cantos e os sons de djembês e dununs em diálogo com o corpo em movimento.

Foto: Flavia Mazal, por Lela Beltrão.

Flavia Mazal é professora e pesquisadora da cultura e dança mandingue há mais de 10 anos. Com apoio do Ministério da Cultura do Brasil, por meio do projeto Diálogos Ancestrais, Mazal pesquisou o tema de seu trabalho na Guiné Concari, junto ao Mestre Youssouff Kombassa.

Foto: Rafael Fazzion, por Gui Simi.

Rafael Fazzion começou a tocar aos oito anos no teatro popular Solano Trindade, com os professores de percussão popular Victor da Trindade e Carlos Caçapava.  Durante cinco anos, Fazzion fez parte do Ballet Afro Koteban, que pesquisa a música do Oeste africano e lá, em 2006, deu início aos estudos de música e cultura mandingue. Junto com Flavia Mazal e Bangaly Konate fundou a Trupe Benkady, onde atua até hoje.

Serviço
Bate-papo - TRAVESSIAS AFRICANAS
Dia 11 de maio, às 19h
Local: Praça

Convidados : Papa Ba (senegalês) Frank Mputu (congolês)

Mediação -  Paulo Farah
Professor doutor no programa de graduação e de pós-graduação na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP). Orienta pesquisas em estudos migratórios, refúgio, literatura, linguística, história e cultura árabe, africana e islâmica no Mestrado e no Doutorado na USP. Autor de doze livros (além de vários capítulos de obras) também traduziu diversas obras do árabe ao português e do português ao árabe. É Diretor da BibliASPA - Biblioteca e Centro de Pesquisa e Cultura dedicado a temas árabes, africanos e sul-americanos do qual participam acadêmicos e artistas de mais de 40 países que estudam história, literatura, linguística, antropologia e arqueologia, entre outras temáticas.

Intervenção – Dança Mandigue
Dia 11 de maio, às 21h
Local: Praça (Capacidade 300) Duração: 40  minutos.
Workshop – Aula de dança e Percussão Mandigue
Dias: 19 de maio, às 19h. 
Local: Teatro (Capacidade 297) Duração: 80 minutos.
Classificação: 12 anos.



SESC SANTO AMARO
Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro. Telefone: (11) 5541-4000.
Horário de atendimento bilheteria: Terça a sexta-feira, das 10 às 21h30 e sábado, domingo e feriado, das 10 às 18h30. Obs: O Estacionamento e a bilheteria permanecem abertos de acordo com o horário das programações.

Estacionamento – Subsolo – 180 veículos, 34 vagas para motos (preço especial para shows: R$5,50 p/ comerciários e R$11 p/ não comerciários e 35 vagas no bicicletário (grátis). Observação: as motos pagam taxa equivalente aos veículos.

Assessoria de Imprensa:
Com Canal Aberto | Márcia Marques |
Contatos: (11) 2914 0770 / 9 9126 0425

Assessoria de imprensa – Sesc Santo Amaro 
Tel. (11) 5541-4005

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Sesc Santo Amaro recebe o artista cômico italiano Andrea Farnetani em Trick Nic

O Sesc Santo Amaro apresenta o espetáculo Trick Nic, do artista cômico italiano Andrea Farnetani. O evento traz ao público um personagem divertido que mistura clown, mímica, malabarismo, equilíbrio, magia e um tanto de improvisação e jogo com o espectador.



Vestido como se fosse uma mesa de cantina, vermelha e branca, o palhaço e malabarista enfrenta sua dualidade psicológica: de um lado, a índole hiperativa e excêntrica, que quer mostrar truques e habilidades, e de outro, sua insegurança e sensibilidade. A batalha interior é resolvida com amor e empatia, num piquenique de truques.
Bolas, jornais, xícaras, colheres, balões, pratos e vários objetos do cotidiano ganham vida e tornam-se um pretexto para surpreender e divertir o público,  criando momentos poéticos e até surreais.

O ARTISTA
Andrea é palhaço e malabarista com mais de 10 anos de experiência em teatro de rua, e dentro de sua pesquisa em palhaçaria contemporânea, incorpora estudos de técnicas circenses, dança e magia. A partir do ano 2000 aprende de forma autodidata a arte do malabarismo e busca o aperfeiçoamento em oficinas de mestre como Anthony Trahair e Toby Walker, e em palhaçaria com Jean Mèningue. Em 2007, após finalizar os estudos na Laurea Triennale in Scienze dell’Architettura, ingressa na Escola Romana de Circo. No mesmo período funda, juntamente com Jacopo Candeloro, a Companhia Smile Carucci, com quem apresentou espetáculos em toda Itália até 2011. A partir de 2009 participa da Missão Humanitária Coringa sem Fronteiras (Amazônia 2009, Tanzania 2011). Em 2011 estreia seu primeiro espetáculo solo, “Scrambled Eggs”. Com o Teatro Fantástico integra o elenco dos shows “Il Varietà delle Meraviglie” e di “Extravaganza”. Em 2014 cria o espetáculo “Trick-Nic”, que vem circulando por diversos locais da Itália e em localidades como Suíça, Áustria, Finlândia, Suécia, Dubai, México e Brasil. Ainda em 2014, com Antonio Coluccio, funda a Compagnia Bellavita, com quem cria o espetáculo “Menu del Giorno”. Desde 2015 colabora com o Circo el Grito em diferentes projetos, dentre eles o espetáculo “The King of Swing” com a grande Emanuele Urso Band, “Serendipity” e “spettacolare Conferenza”. Em 2015 e 2016 realiza com seu espetáculo Trick Nic turnês no Brasil, em especial no estado de São Paulo.




SERVIÇO
ARTE PARA TODOS

TRICK NIC
Local: Convivência (Capacidade: 300 lugares)

Dia: 07 de maio de 2016. Sábado, às 17h. 
Duração: 40 min

Ingressos: Grátis
Classificação: Livre


SESC SANTO AMARO
Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro. Telefone: (11) 5541-4000.
Horário de atendimento bilheteria: Terça a sexta-feira, das 10 às 21h30 e sábado, domingo e feriado, das 10 às 18h30. Obs: O estacionamento e a bilheteria permanecem abertos de acordo com o horário das programações.

Estacionamento – Subsolo – 180 veículos, 34 vagas para motos (preço especial para shows a partir 18 horas: R$5,50 p/ comerciários e R$11 p/ não comerciários e 35 vagas no bicicletário (grátis). Observação: as motos pagam taxa equivalente aos veículos.

Assessoria de Imprensa:
Com Canal Aberto | Márcia Marques |
Contatos: (11) 2914 0770 / 9 9126 0425

Berta Loran lança seu livro no Theatro NET

A atriz Berta Loran recebe convidados para o lançamento de seu livro biográfico "BERTA LORAN: 90 Anos de Humor – Uma Homenagem ao Talento de Berta Loran por João Luiz Azevedo", no Theatro NET SP, no Shopping Vila Olímpia, no dia 5 de maio, das 16h às 19h. 

O evento será aberto ao público, no foyer do teatro.
O livro é apresentado na forma de uma grande entrevista, com perguntas e respostas do jornalista João Luiz Azevedo à atriz Berta Loran, contando, de forma coloquial, um pouco da vida, carreira e cotidiano dela. Sua infância pobre no gueto de Varsóvia e a vinda para o Rio de Janeiro, fugida da 2ª grande Guerra Mundial, com seus pais, irmãos e tios, seus dois casamentos, seus colegas de profissão, religião, política, teatro, tv, música, cinema, casos pitorescos vividos em família e em cena, enfim, um pouco de tudo.

O prefacio do livro é assinado pelo autor, ator, diretor e produtor Claudio Botelho, a apresentação (orelha do livro) por Bibi Ferreira e possui ainda um cartum exclusivo e inédito do Ique Woitschach. O livro conta com perguntas de artistas, jornalistas, produtores culturais, como o ator Stepan Nercessian, depoimentos de colegas da classe artística, jornalistas e familiares, dentre eles Boni, Mauricio Sherman, Jô Soares, Ari Fontoura, Ney Latorraca, Fernanda Torres, Fernanda Montenegro, Claudia Raia, Charles Moeller, Cininha De Paula, Renato Aragão e muitos outros.

"BERTA LORAN: 90 Anos de Humor – Uma Homenagem ao Talento de Berta Loran por João Luiz Azevedo" no Shopping Vila Olímpia
Data: 19 de abril
Horário: das 16h às 19h
Theatro Net São Paulo - 4° Piso
Informações: 4003-4173 www.shoppingvilaolimpia.com.br

      /scvilaolimpia  @scvilaolimpia  @shoppingvilaolimpia

Horário de funcionamento do ShoppingVilaOlímpia: de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h
Valores Estacionamento:
Estacionamento Convencional: Até 2 horas - R$ 13,00 / Demais (por hora) + R$ 3,50
Estacionamento VIP: Até 1 hora - R$ 20,00 / Demais (por hora) + R$ 9,00
Estacionamento Motos: Até 2 horas - R$ 9,00 / Demais (por hora) + R$ 3,50

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Algumas formas de amar, em uma praça com vida própria

Uma aposentada sonhadora, um corretor de imóveis ex-ator, uma jovem aspirante a dramaturga, um psicanalista que acredita na sua arte, um músico vendedor de "produtos naturais" e uma crítica de arte implacável. Os seis tipos se cruzam em situações (extra) ordinárias ambientadas em uma das praças mais queridas dos paulistanos. "Te Amo, Franco Roo!" surgiu como uma homenagem à Praça Roosevelt e foi apresentada no Festival Satyrianas 2015, no Estação Satyros, palco para onde volta em temporada regular de um mês, de 8 de maio a 5 de junho, sempre aos sábados e domingos*.

Apesar do título, não se deve esperar de "Te Amo, Franco Roo!", uma simples história de amor. Com direção do veterano Fernando Neves e texto inédito de "Os Shakers", coletivo de dramaturgia formado por cinco novos roteiristas/ dramaturgos, o espetáculo discute o que é arte através dos seis personagens, em cinco histórias que buscam traduzir um pouco a essência da Praça. "É o que mais me agrada nesse texto, ele sintetiza o universo da Praça Roosevelt de diversas maneiras. A essência dela está presente em todos os personagens, em maior ou menor grau", declara Fernandinho, como é conhecido no meio artístico o premiado diretor ("A Mulher do Trem", entre outras peças) que já trabalhou também como ator em mais de 20 espetáculos. "É uma Praça com vida própria, cheia de camadas, e é justamente isso que queremos mostrar!", conclui ele, que reuniu um time de jovens atores que não se conheciam e tem demonstrado perfeita sintonia neste projeto.

"Pré-estreia" com o pé direito e casa cheia

Em sua última edição, em novembro de 2015, a Satyrianas contou com a participação de mais de mil artistas, ofereceu 300 atrações e atingiu um público de cerca de 40 mil espectadores. Nesse cenário, a peça, versatilmente classificada como comédia dramática ou "drama cômico", fez sua "pré-estreia" com apresentação em uma única noite, na qual registraram lotação esgotada do Estação Satyros (Espaço Satyros 2), lá mesmo na Praça Roosevelt. O Espaço abrigará novamente a montagem, que estreia oficialmente no domingo, 8 de maio.

SERVIÇO:
O QUÊ: "TE AMO, FRANCO ROO!", espetáculo teatral
ONDE: Estação Satyros (Espaço Satyros 2), Praça Franklin Roosevelt, 134 - Consolação, São Paulo – SP; Telefone: (11) 3258-6345 - 80 lUGARES
QUANDO: de 8 de maio a 5 de junho, sábados às 21h e domingos às 18h. * A organização informa que excepcionalmente no sábado dia 14 de maio não haverá apresentação.
QUANTO: R$ 20,00 (meia) e R$ 40,00 (inteira)
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 15 ANOS

PÁGINA OFICIAL: www.facebook.com/TeAmoFrancoRoo   
VIMEO TEASER PROMOCIONAL: https://vimeo.com/163737322
 Ficha técnica:
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: 15 anos
Dramaturgia: Os Shakers (Alexandre Freire, Lucas Paiva, Sergio Virgilio, Vivi Roesil e Victor Hugo Valois)
Direção: Fernando Neves
Elenco: Bruna de Moraes, Eliot Tosta, Heide Dória, Miriam Limma, Rodrigo Mazzoni e Vinicio Dutra
Produção: Miriam Limma
Cenografia: Verônica Ramalho
Figurino: Ivi Bugrimenko
Visagismo: Gil Oliveira
Sonoplastia: Renato Navarro
Operação de Som: Aghata Aline Santos Jesus
Iluminação: Maurício Sterchele
Fotos: Laercio Luz
Assessoria de Imprensa: Atti Comunicação e Ideias/ Elizângela Ferreira e Alexandre Freire
Design gráfico: Sergio Virgilio


III Festival de Finos Filmes anuncia curtas nacionais e internacionais

Dos 700 realizadores que inscreveram os seus curtas-metragens no III Festival de Finos Filmes, 16 participarão da competição oficial do evento que, de 6 a 10 de maio, ocupará as salas do Museu da Imagem e do Som (MIS) e FAAP.
A abertura oficial será no dia 5 de maio, no Cine Caixa Belas Artes, em São Paulo, com apresentação de produções recentes de curta-metragem da Finlândia,resultado da parceria entre o Festival de Finos Filmes, a Finnish Film Foundation e a Av-arkki (The Distribution Center for Finnish Media Art).
Dos 16 selecionados, 4 são brasileiros e 12, internacionais. Além dos dezesseis curtas-metragens em competição, o festival conta com exclusivo panorama do cinema finlandês. Haverá, também, um programa especial de animações holandeses, além de debates sobre habitação urbana e sobre o mercado nacional de curta-metragem.
Na programação também Mostra Holandesa de Animação, resultado de parceria com a EYE International pelo segundo ano seguido. Serão exibidos curtas-metragens animados, destaques da cinematografia holandesa, incluindo "(Otto)", o novo filme dos realizadores de “A Single Life”, indicado ao Oscar de Melhor Curta-Metragem de Animação.


Mostra Competitiva - Dentre os escolhidos, representantes da Nova Zelândia, Alemanha, Grécia, Turquia, Argentina, Israel, Filipinas, Hungria, França, Austrália e Cuba e, Brasil. São quatro filmes nacionais em competição: os inéditos "Olhos Sujos de Azul", de Bia Vilela (São Paulo), e “Cartas” de David Mussel (Rio de Janeiro); “Ilha” (Paraíba/Rio Grande do Norte), de Ismael Moura e o premiado “Edifício Tatuapé Mahal”, de Fernanda Salloum e Carolina Markowicz (São Paulo). Todas as obras internacionais serão exibidas em São Paulo pela primeira vez. A maioria delas também passou por grandes festivais internacionais, como Locarno, Toronto e Clermont Ferrand.

Premiação e Júri - Serão premiados Melhor Filme, Melhor Filme Nacional, Melhor Roteiro, Melhor Direção e Prêmio de Reconhecimento Artístico. A escolha caberá ao júri formado por João Paulo Miranda, diretor e roteirista do curta “Command Action”, selecionado para a Semana da Crítica do Festival de Cannes em 2015 e do curta “A Moça que Dançou com o Diabo”, que estreia na seleção oficial do Festival de Cannes 2016, concorrendo à Palma de Ouro; Hamy Ramezan, diretor e roteirista finlandês-Iraniano, cuja produção Listen abre o III Festival de Finos Filmes (antes, foi apresentada na Quinzena dos Realizadores em Cannes, Festival de Toronto, além de ser premiado no Festival de Tribeca); e Rungano Nyoni, da Zâmbia, diretora e roteirista de diversos curtas-metragens, exibidos em mais de 200 Festivais ao redor do mundo – incluindo, em 2012, uma nomeação para o BAFTA.

Curadoria e Realização – A curadoria e realização está a cargo de Felipe A. Poroger, roteirista e diretor de curtas (“O Filho Pródigo”, premiado no CINE-PE, nas categorias Melhor Roteiro, Melhor Ator e Melhor Atriz; O Terno: Classic Albums”, “Enquanto o Sangue Coloria a Noite, Eu Olhava as Estrelas” e, em 2016, “Aqueles Anos em Dezembro”, selecionado para o É Tudo Verdade), que circularam – e ainda circulam – por diversos festivais, dentre eles o Festival de Gramado, É Tudo Verdade, Curta Cinema, Olhar de Cinema, Curta Brasília e outros. Apoio: MIS – Museu de Imagem e Som, FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado, Folha de S. Paulo, Caixa Belas Artes, Estudio JLS e UpMix.  Parceria: Finish Film Foundation, Av-Arkki – Distribution Center for Finnish Art Media e Eye International – Marketing & Promotion of Duch Films

Acesse a programação completa em facebook.com/finosfilmes

Serviço:
III Festival de Finos Filmes,  de 6 a 10 de maio, São Paulo. Ingressos gratuitos nas bilheterias dos cinemas.
Caixa Belas Artes | R. da Consolação, 2423 - Consolação, São Paulo – SP (abertura, para convidados)
MIS – Museu da Imagem e do Som | Auditório  - Av. Europa, 158 - Jardim Europa, SP
FAAP– Fundação Armando Álvares Penteado | Auditório 1 - R. Alagoas, 903 - Higienópolis, SP


segunda-feira, 25 de abril de 2016

Cia.Teatro do Incêndio prorroga temporada da peça "O Santo Dialético"

O espetáculo que estreou no dia 20 de fevereiro prorroga temporada devido ao sucesso de público.
Durante as sessões, o diretor Marcelo Fonseca cozinha pratos típicos brasileiros referentes ao tema
da peça (feijoada, acarajé e arroz carreteiro, entre outros). Projeto aborda a perda da ancestralidade.

A obra do antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro emprestou o nome para o projeto A Teoria do Brasil, contemplado na 26ª edição do Fomento ao Teatro, que teve como resultado de pesquisa a peça O Santo Dialético, da Cia. Teatro do Incêndio. Com texto e direção de Marcelo Marcus Fonseca, o espetáculo vem tendo lotação esgotada e terá sua temporada prorrogada até 26 de junho, na sede do grupo. Os ingressos passam a ser cobrados no sistemapague quanto puder. O espectador o retira com até duas horas de antecedência, mas recebe um envelope e decide o valor que pode oferecer só ao final do espetáculo.

Sobre O Santo Dialético
Na correria da metrópole, seis histórias são contadas. Um índio estuda para ser seminarista; uma moradora de rua se voluntaria para missão humanitária depois de sofrer uma overdose; uma prostituta chega à profissão após abandono da mãe, índia; um casal negro e evangélico é composto por um marido que se atordoa com o som do berimbau e uma esposa que não pode ter filhos; outro casal, caucasiano, é formado por mulher em tratamento de saúde e homem que não se reconhece no corpo masculino. Os enredos são contados concomitantemente e partem de uma mesma premissa: a perda da ancestralidade, da significação e da identificação pessoal.

Treze atores em cena costuram a trama ambientada numa arena de 18 por 7 metros, cercada pela plateia, da qual entram e saem pequenos cenários sobre rodas – como carros alegóricos. O espaço cenográfico móvel foi desenvolvido por Fabrizio Casanova. O dinamismo dá as mãos a uma trilha sonora mecânica e figurino cosmopolita: macacões jeans, assinados por Gabriela Morato – que também está em cena –, entrecortados por aplicações em outros tons do azul urbano. Tudo para o primeiro ato, na cidade. “Nela acontece a recusa de qualquer possibilidade de ancestralidade. A ideia é mostrar um Brasil retalhado, formado por fragmentos de diversos elementos históricos”, diz Marcelo Fonseca, idealizador do projeto A Teoria do Brasil.

O espetáculo O Santo Dialético, cujo título brinca com o sincretismo brasileiro, circula por dois outros ambientes em seus 150 minutos, compostos por dois atos e um intervalo. Depois de 1h30 na ambientação da cidade, a plateia é guiada pelos atores até o terceiro andar do teatro. Durante 25 minutos, Marcelo Marcus Fonseca serve pratos escolhidos anteriormente pelos espectadores. “No intervalo, a plateia entra ainda mais no teatro, em vez de se desligar dele”, conta. O espectador pode decidir por não jantar.

A experiência gastronômica resgata referências africanas, portuguesas e indígenas tanto na composição quanto na apresentação. A cada final de semana da temporada, um prato diferente é servido, começando pelo maior caldeirão de referências da culinária brasileira – a feijoada. Também entram no menu o caldo de mandioca, o acarajé, a tapioca e o arroz carreteiro, entre outros. A degustação custará entre R$ 20,00 e R$ 40,00 e acompanha salada e sobremesa (quitutes variados por sessão).

Encaminhado em cortejo de volta à sala de teatro, o público se vê em um novo ambiente: uma floresta. A trilha sonora original, criada ao vivo pelo multi-instrumentista Bisdré Santos, diretor musical da peça, dá o clima ao espaço. Piano, percussão, violão de sete cordas e flauta dão o tom ao segundo ato, no qual a ancestralidade passa a ser o objeto de procura – mesmo que não se possa atestar que ainda exista. “Quando você não entende sua própria mitologia precisa preencher esse vazio com outras coisas”, explica Marcelo Fonseca.


Foto: Giulia Martins.




Para roteiro
O Santo Dialético, da Cia Teatro do Incêndio. De 23 de abril a 26 de junho, sábados, às 20h, e domingo, às 19h. Endereço: Rua Treze de Mario, 53 – Bela Vista, São Paulo. Classificação: 14 anos. Duração: 150 minutos (intervalo de 25 minutos). Capacidade: 80 lugares. Ingressos: pague quanto puder.


Ficha Técnica
Texto e Direção geral: Marcelo Marcus Fonseca. Direção Musical, Composições Originais e Música ao vivo: Bisdré Santos. Figurinos: Gabriela Morato. Cenografia: Fabrízio Casanova. Iluminação: Helder Parra e Marcelo Marcus Fonseca. Fotos: João Caldas e Giulia Martins. Preparação Vocal:Alessandra Krauss Zalaf. Assistência de direção: Sérgio Ricardo. Produção:Cia. Teatro do Incêndio. Trilha sonora mecânica: Marcelo Marcus Fonseca e Bisdré Santos. Coreografia: Gabriela Morato. Operação de Luz: Helder Parra.Operação de Som: Victor Castro. Assistente de Produção, cenografia e montagem: Victor Castro. Responsável técnico: Antonio Rodrigues. Assessoria de Imprensa: Arteplural Realização: Cia. Teatro do Incêndio.

Atores: Gabriela Morato, Francisco Silva, Elena Vago, Luciana Fernandes, Wallace de Andrade, Victor Dallmann, Silvia Maciel, Felipe Samorano, Victoria Cavalcante, Valcrez Siqueira, Thiago Molfi, João Costal