quarta-feira, 8 de junho de 2016

Daniel Boaventura faz show em clima de Dia dos Namorados


O cantor e ator Daniel Boaventura preparou repertório especialmente dedicado ao Dia dos Namorados para acrescentar ao roteiro do espetáculo Love is in the Air, a ser apresentado nos dias 10, 11 e 12 de junho, sexta, sábado e domingo, às 21h, no Theatro Net São Paulo, com participações especiais. Na sexta, o cantor recebe Sam Alves; no sábado, Alessandra Maestrini; e domingo é a vez de Zélia Duncan subir ao palco.

O roteiro da apresentação privilegia temas românticos, como Feelings, Love Me Tender, Kiss And Say Goodbye e a nova versão de Besame Mucho, tema da personagem Diana (Patricia Fantin), na novela da TV Globo Êta Mundo Bom! Um dos pontos altos do show é a homenagem do artista ao rei Roberto Carlos. Daniel irá interpretar músicas como Olha, Como Vai Você? e Como é Grande o Meu Amor Por Você.

Foto: Divulgação.

O show Love Is In The Air traz novidades no repertório: novas canções que farão parte do DVD com lançamento previsto para o final de 2016, como Blurred Lines (Robin Thicke), Locked Out Of Heaven (Bruno Mars) e Sugar (Maroon 5). Na parte final do show, que é mais agitada, tem releituras dance de Moves Like Jagger, September, Never Can Say Goodbye, Can't Take My Eyes Of You e Last Dance. Romântico, Daniel Boaventura também quer o público todo de pé e dançando até o término da apresentação.

SERVIÇO:
Daniel Boaventura – Love Is In The Air
Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia, 5º andar - Rua Olimpíadas, 360.
Data: 10, 11 e 12 de junho, sexta, sábado e domingo.
Horários: 21h
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos
Ingressos: R$ 240,00 (Plateia central)
R$ 220,00 (Plateia lateral)
R$ 180,00 (Balcão nobre)
R$ 160,00 (Balcão)
Capacidade: 799 lugares
Vendas: www.ingressorapido.com.br / consulte os pontos de vendas no site/4003-1212
Vendas para grupos específicos: 11.94536-6682/ 21.96629-0012
Horário do funcionamento da bilheteria: segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingo, das 10h às 20h30.
Formas de pagamento: Todos os cartões de crédito, débito e vale cultura. Não aceita cheques.
Clientes NET têm 50% de desconto na compra de até quatro ingressos.
Acessibilidade
Estacionamento no Shopping
Convencional: Até 2 horas - R$ 13,00 / Demais (por hora) + R$ 3,50
Motos: Até 2 horas - R$ 9,00 / Demais (por hora) + R$ 3,50

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Sesc Santo Amaro leva ao palco "Little Quail and the mad birds"

Dia 04 de junho, sábado, às 20h, o Sesc Santo Amaro apresenta o show da banda Little Quail and The Mad Birds na Praça da unidade. O show conta com a participação de Alf, integrante de algumas das principais bandas de rock da geração 1990/2000 de Brasília, como Rumbora, Raimundos, Câmbio Negro e Supergalo. Essa reunião surge inspirada no lançamento do livro Magnéticos 90, de Gabriel Thomaz e Daniel Juca. 



Dia 05 de junho, domingo, acontece o encontro entre o músico Gabriel Thomaz e o cartunista Daniel Juca, responsáveis pelo livro Magnéticos 90 (Edições Ideal, 2016), com o jornalista e crítico musical Marcelo Costa, tendo como ponto de partida uma reflexão sobre o panorama das bandas de rock independentes e os registros musicais em fitas cassetes.

A banda Little Quail and The Mad Birds foi formada em 1988 por Gabriel Thomaz (Autoramas), Zé Ovo e Bacalhau (Ultraje) e se dissolveu em 1996 após o lançamento de dois álbuns. Desde então, o trio se reúne esporadicamente para apresentações; a última aconteceu em maio de 2012.

A Banda Little Quail and The Mad Birds 
Formada em Brasília por Gabriel Thomaz (guitarra e vocais), hoje no Autoramas, Zé Ovo (baixo e vocais) e Bacalhau (bateria), hoje no Ultraje À Rigor, a banda lançou dois álbuns, Lírou Quêiol en de Méd Bârds (1994) e A Primeira Vez Que Você Me Beijou (1996) nas, seu maior sucesso para o público e crítica foi sua fita demo com apenas sete músicas que circulou e teve músicas tocadas por todo Brasil, num esquema 'do it yourself'. A Little Quail foi uma dos expoentes e pioneiras do rock brasileiro dos anos 90, que renovou completamente a cena roqueira nacional, juntamente com outras bandas como Chico Science e Nação Zumbi, Pato Fu, Raimundos, Mundo Livre S/A, Planet Hemp, Maskavo Roots, Graforréia Xilarmônica, Professor Antena, O Rappa, Jorge Cabeleira e O Dia que Seremos Todos Inúteis, Muzzarelas, Boi Mamão, Virna Lisi, entre outras. Seu principal hit, 1, 2, 3, 4 talvez tenha sido a primeira música desta geração a entrar na programação de rádios comerciais, como a 89 FM de São Paulo, onde chegou à primeiro lugar das mais pedidas batendo ícones da época como Nirvana, Sepultura e Aerosmith. 1, 2, 3, 4 também foi eleita, pela revista Bizz (a principal publicação brasileira de todos os tempos) como a melhor música de 1993 - empatada com Haiti, lançada em conjunto por Caetano Veloso e Gilberto Gil, no disco Tropicalia 2, tendo sido o primeiro grande feito dessa que era então a nova geração da música pop brasileira, segundo a própria revista Bizz.

Alf (Rumbora)
Antes de estourar com o Rumbora, Alf foi baixista da última formação do influente grupo de rap-rock Câmbio Negro, com o qual gravou o terceiro e derradeiro álbum Câmbio Negro (1998). Em 2002, ainda no Rumbora, foi convidado a entrar nos Raimundos em substituição a Canisso. Lá, ele permaneceu até montar o Supergalo (com o baterista Fred). Nesse meio tempo, registrou com o quarteto de forrócore o EP virtual Pt qQ cOizAh, lançado em 2005 apenas na Internet, com a chancela da MTV.

Com suas bandas, Alf participou de tributos a conceituados artistas nacionais (Arnaldo Baptista, Raul Seixas, Secos e Molhados), lançados em CD e DVD, além de compor uma música inédita para o programa Tá na área, do canal SporTV. Concorreu aos prêmios mais importantes da indústria musical brasileira, como Video Music Brasil (VMB), da MTV (com seis indicações, sendo duas por Escolha da Audiência), Multishow (Artista Revelação), Showbizz (cinco indicações, incluindo Melhor Banda, Melhor Música e Disco do Ano), Dynamite, etc. Tocou em alguns dos mais importantes festivais do Brasil (incluindo o Rock in Rio 2001) ao lado de bandas como Queens of the Stone Age, Muse, e The Cult. Em março de 2013 Alf lançou seu primeiro projeto solo. A música O Sol Saiu, produzida e gravada pelo músico em esquema banda de um homem só, foi mixada em parceria com Frango Kaos e masterizada por Tim Young (Massive Attack, Metallica, Bjork, entre outros) e tocou nas principais rádios-rock do país além de ter seu videoclipe veiculado diariamente nos principais canais de música. Logo depois, mais dois singles foram lançados, Guarde um lugar e Pra Onda Boa Me Levar. Ambas, com seus riffs e melodias marcantes.

SERVIÇO
Little Quail and The Mad Birds com Alf (Rumbora)
Dia 04 de junho, sábado, às 20h
Local: Praça (capacidade: 300 lugares)
Recomendação: 18 anos
Duração: 90 min

Ingressos: R$ 20,00 (inteira). R$ 10,00 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 6,00 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda pelo Portal www.sescsp.org.br a partir de 24/05 (terça-feira), às 18h, e nas bilheterias do SescSP a partir de 25/05 (quarta-feira), às 17h30. Venda limitada a quatro ingressos por pessoa. Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.


Papo Magnético: Rock Brasileiro dos anos 90 com Gabriel Thomaz, Daniel Juca e Marcelo Costa
Dia 05 de junho, domingo, às 15h30
Local: Espaço de Tecnologias e Artes (2° andar)
Livre | Grátis
Duração: 90 min

SESC SANTO AMARO
Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro. Telefone: (11) 5541-4000.
Horário de atendimento bilheteria: Terça a sexta-feira, das 10 às 21h30 e sábado, domingo e feriado, das 10 às 18h30. Obs: O Estacionamento e a bilheteria permanecem abertos de acordo com o horário das programações.
Estacionamento – Subsolo – 180 veículos, 34 vagas para motos (preço especial para shows que iniciam às 18 horas: R$5,50 p/ comerciários e R$11 p/ não comerciários e 35 vagas no bicicletário (grátis)). Observação: as motos pagam taxa equivalente aos veículos.

Assessoria de Imprensa:
Com Canal Aberto | Márcia Marques | Daniele Valério
Contatos: (11) 2914 0770 / 9 9126 0425

Assessoria de imprensa – Sesc Santo Amaro

Oswaldo Montenegro em São Caetano do Sul


A Up Eventos orgulhosamente apresenta o show TRILHAS DUO do consagrado cantor e compositor Oswaldo Montenegro e sua companheira de flauta,
Madalena Salles. 





“Trilhas”, porque ele jamais saiu da estrada. Esse espetáculo é uma espécie de resumo de uma obra que mantém um público imenso, fiel à sua qualidade e, acima de tudo, à sua originalidade. É inegável que Montenegro não se parece com ninguém.
Oswaldo e Madalena Salles fazem um passeio por canções maravilhosas no palco do Teatro Paulo Machado de Carvalho, em São Caetano do Sul, dia 18 de junho de 2016.


INGRESSOS:
https://ticketbrasil.com.br/show/3954-oswaldomontenegro-abc-sp/pontos-de-venda/


VALORES:

R$120,00 – INTEIRA
R$60,00 - MEIA*
R$100,00 – INTEIRA PROMOCIONAL (Deverá ser entregue 1kg de alimento não perecível junto do ingresso na entrada do evento)

*Benefício MEIA ENTRADA: Apenas para ESTUDANTES portando carteirinha válida ou boleto bancário do mês, IDOSOS (acima 60 anos) e funcionários públicos da rede da educação portando o holerite do mês do show.



SERVIÇO:

Endereço: Alameda Conde de Porto Alegre, 840 - Santa Maria São Caetano do Sul – SP
Abertura da casa: 19:30
Horário de início do show: 21:00
Classificação etária: 14 anos

MAIS INFORMAÇÕES: (11) 4318-3372

Pontos de venda COM TAXA DE CONVENIÊNCIA: https://ticketbrasil.com.br/show/3954-oswaldomontenegro-abc-sp/pontos-de-venda/


Pontos de venda SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA:

PET STOP
Endereço: Alameda São Caetano, 1807 - Santa Maria, São Caetano do Sul - SP, 09560-500
Telefone:(11) 2629-4906
Horário de funcionamento: 9h às 18h

TEATRO PAULO MACHADO DE CARVALHO
Endereço: Alameda Conde de Porto Alegre, 840 - Santa Maria, São Caetano do Sul - SP, 09561-000
Horário de funcionamento: 14h às 19h

terça-feira, 31 de maio de 2016

Sucesso no ABC, Vitor e Dodô lançam primeiro álbum

Amigos mostram talento e impressionam fãs e crítica especializada
A dupla Vitor e Dodô, muito expressiva principalmente na região do ABC Paulista, lançou recentemente o seu primeiro álbum de estúdio, o CD ‘Vulnerável’. Com composições próprias e cheias de musicalidade, a dupla promete expandir seus horizontes e conquistar o território nacional.
Formada há seis anos pelos amigos de longa data Vitor Oliveira e Douglas Andreoti, a dupla passou por várias fases musicais até ingressar no sertanejo, mostrando que a potência vocal e a habilidade musical ímpar finalmente acharam o lugar certo para se libertar. O CD ‘Vulnerável, o primeiro trabalho de estúdio dos músicos, foi lançado em Abril desse ano em uma das maiores casas de shows sertanejas do ABC, com a presença de mais de 1.600 pessoas. Número que mostra a força dessa dupla que, apesar de ser considerada nova por muitos, já demonstra a força de seu trabalho para os especialistas do mercado musical e fãs de sertanejo em geral.

Foto: Divulgação.

Com um total de seis faixas, o álbum passa por canções mais românticas, como as faixas ‘Vulnerável’ e ‘Sem Você’, músicas mais bem humoradas e agitadas como ‘Casa de Massagem’ e, por fim, chegando a ‘Você Foi Indo’ e ‘Já Te Amei Demais’, que abusam do sentimento de amor perdido e sofrência,   eles mostram a versatilidade e mescla de diferentes estilos, do sertanejo mais clássico ao universitário, pelos quais já estão sendo conhecidos no meio musical.
Uma atenção especial deve ser dada ao single ‘Sonho ou Pesadelo’, que já conta com um clipe cinematográfico no canal dos artistas no Youtube. “É um orgulho e uma honra para nós sermos reconhecidos como uma das maiores duplas sertanejas do ABC, e esperamos fazer jus a esse título e ao carinho dos fãs que sempre acompanham nosso trabalho”, diz Dodô Andreoti, voz principal da dupla.
Com residência fixa em várias casas sertanejas famosas do ABC, os músicos continuam consolidando seu trabalho entre os grandes nomes do gênero com shows lotados e uma legião de fãs dedicados.
Vitor e Dodô Multifuncionais
Além da agenda de shows e de divulgação na imprensa, a dupla ainda tem o ‘Projeto de Quinta’, no qual recebem convidados para um bate papo leve com direito a músicas em conjunto, disponibilizado no canal oficial do Youtube. O projeto já contou com a presença de nomes como a dupla Roger e Rogério e o cantor Rodrigo Rios, convidado que estreou a segunda temporada do ‘Projeto de Quinta’ no último dia 19.

Banda paulistana Inky faz sua primeira turnê pela Europa

Na última semana, os integrantes da banda paulistana Inky embarcaram em sua segunda turnê internacional, com quatro shows marcados na Europa. Na bagagem, a banda - que já excursionou pela América do Sul - leva seu rock com elementos eletrônicos a Lisboa (Portugal) e Barcelona (Espanha).

Nos dias 27  e 28 de maio, o grupo fez dois shows na capital portuguesa, no festival Music Box e na casa de shows Cave 45, respectivamente. Agora, eles sobem ao palco do gigante Primavera Sound, em Barcelona, nesta quinta-feira, dia 2 de junho. No dia 5, é a vez de se apresentarem no Primavera Pro, braço de negócios do famoso festival catalão.

Foto: Divulgação.


No setlist, os hits do elogiado Primal Swag (Red Bull Studios, 2014) dividem palco com sonoridades do novo disco - ainda sem título -, que também será gravado no Red Bull Studio São Paulo e terá a produção de Guilherme Kastrup, aclamado nome por trás de A Mulher do Fim do Mundo (2015), o mais recente e celebrado álbum de Elza Soares.

O primeiro single, inclusive, já foi gravado em março, e, de acordo com o baixista Guilherme Silva, "mostra um lado completamente diferente da Inky", que pende mais pro rock do que para o eletrônico. "As músicas estão mais quebradas, não há mais aquela batida contínua característica de música eletrônica", completa. O lançamento do álbum está previsto para agosto.

Sobre a Inky:

Uma das bandas mais elogiadas da nova cena independente do Brasil, a Inky é formada por Luiza Pereira (vocais/sintetizadores), Guilherme Silva (vocal/baixo), Luccas Villela (bateria) e Stephan Freitsma (guitarra/sintetizadores ). Com uma sonoridade que mistura rock, pop e música eletrônica, o quarteto de São Paulo trilhou o seu caminho para a notoriedade com Parallels (2013) - seu primeiro EP , bastante elogiado pela mídia especializada. No ano seguinte, veio o primeiro álbum completo do grupo, Primal Swag (Red Bull Studios, 2014), aumentando tanto número de fãs quanto o reconhecimento da banda.














terça-feira, 24 de maio de 2016

Companhia do Feijão celebra 18 anos com Mostra de Repertório no Sesc Santo Amaro

De 13 de maio a 19 de junho de 2016, em comemoração à sua trajetória de 18 anos no fazer teatral, a Companhia de Feijão apresenta, no Sesc Santo Amaro, sua Mostra de Repertório. A programação do evento é composta por cinco espetáculos, além de uma oficina prática e uma leitura dramática de textos de Mário de Andrade, um dos autores mais representativos na pesquisa dramatúrgica da companhia.

De um total de doze espetáculos estreados desde 1998, essa Mostra de Repertório no Sesc Santo Amaro reúne cinco espetáculos da Cia do Feijão, que dialogam com a literatura brasileira e colocam no centro de suas reflexões a construção da identidade do brasileiro. Começa com Mire Veja(13 a 15 de maio), na sequência vem Nonada (27 a 29 de maio), O Ó da Viagem (3 a 5 de junho), Manuela (10 a 12 de junho) e Armadilhas Brasileiras (17 a 19 de junho). O público poderá acompanhar também aLeitura Dramática (11 de junho) de textos de Mário de Andrade e se inscrever para a Oficina Processo Criativo da Companhia do Feijão – A Literatura no Teatro e o Ator Narrador que vai ser realizada no período de 31 de maio a 9 de junho, no Sesc Santo Amaro.

Sobre os espetáculos – Mire Veja
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“A Companhia do Feijão tem mostrado a determinação de propor, através dos seus espetáculos, que prestemos atenção nas pessoas, nos objetos e nas relações entre eles. Parece óbvio, mas um dos paradoxos da modernidade é o de nos forçar a totalizações. Diante da experiência fragmentada ou da ilimitada abertura para o cosmo, a cultura se esforça para abarcar as coisas por meio de abstrações. Com uma paciência verdadeiramente filosófica, esse grupo teatral vem mostrando que para reconstituir um todo é preciso atravessar a experiência prática do despedaçamento e da separação.” Mariângela Alves de Lima / O Estado de S.Paulo
Mire Veja completa, ao lado de O Ó da Viagem e Antigo 1850, uma trilogia sobre o homem brasileiro e algumas de suas realidades regionais e sociais. Fecha o círculo sertão-metrópole, numa livre adaptação das micro histórias urbanas de brasileiros anônimos contadas por Luiz Ruffato em Eles Eram Muitos Cavalos. Contraponto à quimera roseana – o sertão dentro da gente –, o espetáculo apresenta um mosaico de vidas recortadas pelo tempo impossível de São Paulo. O espetáculo que teve sua estreia em março de 2003, no Teatro Paiol, em Curitiba, recebeu o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de melhor espetáculo e Prêmio Shell – Categoria Especial – de concepção e criação em 2003.

Sobre Nonada
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“Tomando o ângulo do Zé-Ninguém, o espetáculo recaptura de forma sintética um pedaço importante da literatura brasileira. Inventa uma maneira de representar tanto o Zé- Ninguém quanto o desconcerto moral da classe mais abonada.” Roberto Scharwz / Folha de S.Paulo
Nonada nasce do projeto Um Lugar Chamado Brasil – Sua História Através do Estudo das Almas de Suas Personagens’ (Alma: espaço interno do homem brasileiro, desejos em luta com as condições sociais, econômicas e políticas de seu meio). No espetáculo estão entrelaçados personagens e histórias inspirados em Machado de Assis, Mário de Andrade e Clarice Lispector. Na soma deles, o conflito fundamental: o processo de modernização conservadora que gerou nossa difusa identidade. Nonada é o sétimo espetáculo da companhia e estreou em julho de 2006 em sua sede. Recebeu o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz.

Sobre O Ó da Viagem
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“(...) O caráter informativo desse espetáculo talvez seja indicativo de uma nova e necessária forma de reaproximação entre as regiões do País. (...) Na sua austeridade melódica e rítmica, as músicas do espetáculo nos lembram que há uma outra possibilidade estética, a do rigor construtivo e da economia (...).”Mariângela Alves de Lima / O Estado de S.Paulo
O Ó da Viagem é o terceiro espetáculo da Companhia do Feijão, nascido durante turnê de Movido a Feijão pelo Sertão do Cariri, em Pernambuco e na Paraíba. Nasceu dos diários de viagem do grupo, combinados com os de Mário de Andrade sobre a mesma região, publicados postumamente como O Turista Aprendiz. No roteiro, teatro e canções populares para lembrar o cotidiano da seca, o migrante, o anti-herói do sertão (sobrevivente?) e a fina flor da aristocracia rural. O espetáculo estreou em 1999, em São Paulo, e foi remontado em 2008.

Sobre Manuela
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Manuela é uma história de amizade entre o escritor e sua máquina de escrever. É o nome dado por Mário de Andrade à sua máquina em homenagem ao escritor e amigo Manuel Bandeira. Em meio a reflexões de companheira, a narrativa se dá do ponto de vista da máquina, que conta quem foi esse brasileiro morador da Lopes Chaves através de sua poesia e correspondência intensas. Décimo segundo espetáculo da companhia, estreou em São Paulo, em 2015, e é um dos resultados do projeto Pensar o Impensável, Querer o Impossível.

Sobre Armadilhas Brasileiras
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“Os colóquios entre os atores-personagens extrapolam a dialética do enredo por eles ensaiado, propiciando conversas sobre o sentido da arte revolucionária e o papel do artista na sociedade.” Marcio Aquiles / Folha de S.Paulo
Armadilhas Brasileiras é resultante de um projeto homônimo e tem como plataforma as obras Café, O Banquete (inacabada) e A Meditação sobre o Tietê, de Mário de Andrade, combinadas com trechos inspirados em obras de Bertolt Brecht, Groucho Marx, Machado de Assis, Oswald de Andrade, Samuel Beckett e Vladimir Maiakovski. Esse espetáculo tem início com um grupo de teatro em trabalho de ensaio de uma peça em estilo épico, cujo pano de fundo é a crise econômica mundial de 1929. A obra ensaiada trata das forças em jogo nesta crise e seu impacto sobre os trabalhadores rurais e portuários brasileiros, protagonistas de uma vitoriosa revolução final. Durante o trabalho, porém, surge entre os artistas um conflito sobre os rumos da história, com questionamentos antagônicos sobre seu conteúdo e as formas de representá-la. O acirramento deste embate leva a um “golpe cênico” que muda o tema e os estilos de representação, trazendo ao foco da discussão o próprio fazer artístico. É o 11º espetáculo da companhia e estreou em 2013 na sede da Companhia do Feijão.

A Companhia do Feijão
A Companhia do Feijão investiga e desenvolve linguagens cênicas ancoradas no trabalho do ator e em processos de criação em equipe. Os temas vêm da diversidade de realidades brasileiras, tendo como guias a literatura, a observação direta e a memória histórica. Fazem parte de seu repertório os espetáculos O Julgamento do Filhote de Elefante, Movido a Feijão (1998), O Ó da Viagem (1999), Antigo 1850 (2001), Mire Veja (2003), Reis de Fumaça (2004),Nonada (2006), Pálido Colosso (2007), Veleidades Tropicaes (2009), enXurro(2011), Armadilhas Brasileiras (2013) e Manuela (2015). O grupo também desenvolve ações formativas, grupos de estudos e encontros artísticos.
Integrantes: Pedro Pires, ator, diretor, dramaturgo, cenógrafo e iluminador, fundador da companhia em 1998; Zernesto Pessoa, ator, dramaturgo, diretor e iluminador, no grupo desde 2000; Fernanda Haucke, atriz, coreógrafa e produtora, no grupo desde 2002; Fernanda Rapisarda, atriz e produtora, no grupo desde 2003; Vera Lamy, atriz, no grupo desde 2003; Guto Togniazzolo, ator e figurinista, no grupo desde 2005; Flávio Pires, ator, músico, iluminador e sonoplasta, no grupo desde 2006.

Programação
Espetáculos
Mire Veja (2003)
De 13 a 15 de maio
Local: Teatro Duração: 65 min/ Classificação: 14 anos

Sinopse: Em seu primeiro ato, o espetáculo mostra o grupo contando, em tom épico, a história da crise brasileira do café em 1929, retratada na obra de Mário de Andrade. Como ponto de partida, a indignação difusa dos trabalhadores da indústria cafeeira (rurais e portuários) com a exploração dos patrões. Desde o início a história é contada com interferências aparentemente contraditórias de alguns atores. No segundo ato, onde o descontentamento crescente dos trabalhadores retratados (agora urbanizados e organizados) levaria à realização de uma revolução vitoriosa, alguns dos artistas do grupo tomam a iniciativa de romper a trajetória original da ação por achá-la pouco plausível para os dias de hoje. Inserindo cenas novas não previstas, gradativamente deturpam a direção utópica da encenação por meio de expedientes próprios da linguagem grotesca. No final, como espécie de somatória das contradições dos dois grupos em disputa, ganha relevo um terceiro tipo de narrador, uma terceira possibilidade de forma e conteúdo, que desde o início esteve presente pontuando a narrativa principal, provocando ambos os grupos sem aderir definitivamente a nenhum.
Ficha Técnica: Elenco: Fernanda Haucke, Guto Togniazzolo, Pedro Pires, Vera Lamy e Zernesto Pessoa/ Direção e dramaturgia: Pedro Pires e Zernesto Pessoa/ Cenário: Petronio Nascimento/ Figurinos: Marina Reis/ Iluminação: Marinho Piacentini
Nonada (2006)
De 27 a 29 de maio
Local: Teatro Duração: 65 min/ Classificação: 14 anos

Sinopse: Fora de um tempo ou lugar, Nonada conta como o dono de uma espécie de circo do mundo dos mortos manipula um personagem desmemoriado, levando-o a descobrir sua trágica origem – na época da escravidão. A revelação surge de um perverso jogo de gato e rato por uma labiríntica trajetória de encontros com personagens de várias outras épocas posteriores, mas que ainda trazem, marcados em seus comportamentos, as heranças e os vícios sociais de relação daquele período.
Ficha Técnica: Elenco: Fernanda Haucke, Fernanda Rapisarda, Flávio Pires, Guto Togniazzolo, Pedro Pires e Vera Lamy/ Direção e dramaturgia: Pedro Pires e Zernesto Pessoa/ Direção musical: Julio Maluf/ Cenografia: Petronio Nascimento/ Figurinos: Carol Badra/ Iluminação: Eric Nowinski e Zernesto Pessoa/ Música original: Flávio Pires, Julio Maluf, Pedro Pires, Vera Lamy e Walter Garcia/ Assistência de direção musical: Flávio Pires

O Ó da Viagem (1999)
De 3 a 5 de junho
Local: Teatro Duração: 65 min/ Classificação:

Sinopse: Viajantes-narradores paulistas observam com olhos de ‘estrangeiros’ o universo sertanejo do Nordeste.  Desdobrando-se em múltiplos personagens, o coro de atores utiliza a linguagem do teatro popular para alternar episódios cômicos e trágicos. Conduzidos por canções também populares, diversos temas são abordados, entre eles o anti-herói do sertão (o sobrevivente), o cotidiano da seca e a fina-flor da aristocracia rural. O ó da viagem é resultado artístico do cruzamento dos diários de viagem de Mário de Andrade pelo Norte e Nordeste do Brasil no final dos anos 1920 – publicados postumamente como O turista aprendiz – com os diários e coleta de campo da companhia em itinerário parcialmente idêntico ao do escritor pelo Sertão do Cariri (PB e PE), em 1999.
Ficha Técnica: Elenco: Fernanda Rapisarda, Flávio Pires, Irací Tomiatto, Pedro Pires e Zernesto Pessoa/ Direção e dramaturgia: Pedro Pires/ Direção musical: Walter Garcia/ Cenografia e adereços: Petronio Nascimento/ Figurinos, desenhos e pinturas: Guto Togniazzolo e Edu Garudah/ Iluminação: Pedro Pires e Zernesto Pessoa/ Boneco: Mônica Simões

Manuela (2015)
De 10 a 12 de junho
Local: Teatro Duração: 90 min/ Classificação:

Sinopse:
“Manuela” é uma história de amizade entre o escritor e sua máquina de escrever. É o nome dado por Mário de Andrade à sua máquina em homenagem ao escritor e amigo Manuel Bandeira. Em meio a reflexões de companheira, a narrativa se dá do ponto de vista da máquina, que conta quem foi esse brasileiro morador da Lopes Chaves através de sua poesia e correspondência intensas.

Décimo-segundo espetáculo da companhia, estreou no Sesc Ipiranga, em São Paulo, em 2015, e é um dos resultados do projeto Pensar o Impensável, Querer o Impossível.

Ficha Técnica: Concepção e dramaturgia: Vera Lamy/ Direção musical e trilha original: Lincoln Antonio/ Em cena: Lincoln Antonio e Vera Lamy/ Preparação corporal: José Romero/ Preparação vocal: Rodrigo Mercadante/ Orientação literária: Iná Camargo Costa/ Orientação dramatúrgica: Milton Morales Filho/ Cenografia: Pedro Pires/ Cenotécnicos: Edson Luna e Elton Santos/ Figurino: Anahí Asa/ Costureiro: Enrique Casas/ Iluminação: Zernesto Pessoa e Rafael Araújo/ Fotos: José Romero, Cacá Bernardes e Bruna Lessa/ Vídeo: Cacá Bernardes e Bruna Lessa/ Comunicação: Sylvio Novelli e Zernesto Pessoa/ Produção executiva: Vera Lamy

Armadilhas Brasileiras (2013)
De 17 a 19 de junho
Local: Teatro Duração: 120 min/ Classificação:
Sinopse: Armadilhas Brasileiras trata de uma fábula sobre um grupo de teatro que está encenando uma peça em estilo épico (atores-narradores). Ambientada nos anos 20, ela tem como tema uma crise econômica mundial, a revolta dos trabalhadores dela decorrente e o desenlace final: uma revolução trabalhadora e a tomada do poder. Porém, durante a encenação surge internamente entre os atores um conflito sobre os rumos da história, com questionamentos antagônicos sobre conteúdo e formas de sua representação. O acirramento deste embate leva a um “golpe cênico”, que muda a história que vinha sendo contada, criando um impasse final.
Ficha Técnica: Elenco: Fernanda Haucke, Fernanda Rapisarda, Flávio Pires, Guto Togniazzolo e Vera Lamy/ Argumento e Direção: Pedro Pires/ Dramaturgia: Pedro Pires e Zernesto Pessoa/ Direção musical: Flávio Pires e Lucas Vasconcelos/ Músicas: Companhia do Feijão e Lucas Vasconcelos/ Cenografia: Fernanda Aloi e Pedro Pires/ Figurinos: Daniel Infantini e Guto Togniazzolo/ Iluminação: Pedro Pires e Zernesto Pessoa/ Vídeos: Leandro Goddinho

Oficina - PROCESSO CRIATIVO DA COMPANHIA DO FEIJÃO – A LITERATURA NO TEATRO E O ATOR NARRADOR
De 31 de maio a 9 de junho de 2016 - Terça a quinta, de 18h às 21h
Local: Biblioteca
Oficina prática a partir da metodologia desenvolvida pela Companhia do Feijão ao longo de 18 anos de trabalho, que inclui exercícios introdutórios sobre a exploração de linguagens manejáveis pelo ator-narrador; e criações cênicas a partir de fragmentos literários, com dramaturgia inicial e resultados cênicos desenvolvidos pelos participantes sob orientação e direção dos condutores da oficina.

Carga horária: 18h/aula Público alvo: atores ou estudantes e interessados em teatro
Vagas: 20
Processo seletivo: envio de CV e carta de interesse parafeijao@companhiadofeijao.com.br
Envio de CV e carta de interesse: de 3 a 15 de maio
Divulgação do resultado: até 20 de maio no portal www.sescsp.org.br
Período de inscrição para os selecionados: 21 a 31 de maio

Leitura Dramática
Dia 4 de junho, sábado, de 15h às 16h.
Atores da Companhia do Feijão encontrarão o público para apresentar textos de Mário de Andrade, um dos autores mais significativos na pesquisa da companhia sobre a literatura brasileira.

Serviço
Mostra de Repertório da Companhia do Feijão
De 13 de maio a 19 de junho
Mire Veja > de 13 a 15 de maio
Nonada > de 27 a 29 de maio
O Ó da Viagem > 03 a 05 de junho
Manuela > 10 a 12 de junho
Armadilhas Brasileiras > 17 a 19 de junho

Local: Teatro (Capacidade 297 pessoas)
Ingressos: R$ 20,00 (inteira). R$ 10,00 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 6,00 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda pelo Portal www.sescsp.org.br e nas bilheterias do SescSP. Venda limitada a quatro ingressos por pessoa. Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.

Oficina - PROCESSO CRIATIVO DA COMPANHIA DO FEIJÃO – A LITERATURA NO TEATRO E O ATOR NARRADOR
De 31 de maio a 09 de junho. Terça a Quinta, de 18h às 21h

Local: Teatro
Vagas: 20
Público-alvo: atores, estudantes de teatro e interessados em teatro
Taxa de inscrição: R$ 30,00 (inteira). R$ 15,00 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 9,00 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes).

Leitura Dramática
Dia 4 de junho. Sábado, de 15h às 16h
Local: Biblioteca
Grátis



SESC SANTO AMARO
Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro. Telefone: (11) 5541-4000.
Horário de atendimento bilheteria: Terça a sexta-feira, das 10 às 21 horas e sábado, domingo e feriado, das 10 às 18h30. Obs: O Estacionamento e a bilheteria permanecem abertos de acordo com o horário das programações.
Estacionamento – Subsolo – 180 veículos, 34 vagas para motos (preço especial para shows a partir das 18horas: R$5,50 p/ comerciários e R$11 p/ não comerciários e 35 vagas no bicicletário (grátis). Observação: as motos pagam taxa equivalente aos veículos.

Assessoria de Imprensa:
Com Canal Aberto | Márcia Marques |
Contatos: (11) 2914 0770 / 9 9126 0425