quarta-feira, 6 de abril de 2016

"A Banda Mais Bonita da Cidade" estreia turnê de lançamento do novo DVD DVD

Dias 08 e 09 de abril de 2016, os curitibanos d’A Banda Mais Bonita da Cidade se apresentam no Sesc Santo Amaro para o show da turnê de lançamento do DVD “A Banda Mais Bonita da Cidade – Ao Vivo no Cine Joia”, gravado em São Paulo em 2014.

Nos shows a banda toca todo o repertório do DVD na íntegra, composto principalmente por músicas do segundo disco da banda, O Mais Feliz da Vida, além de hits como a viral Oração.

Com experiência internacional em oito países (Colômbia, Venezuela, Chile, Argentina, Uruguai, França, Espanha e Portugal) e mais de 300 shows, o grupo chega ao sexto ano de existência com o lançamento do DVD e o terceiro disco, ainda sem nome, em processo de produção, que deve ser lançado este ano.

“É o momento que mais amamos, estar no palco em comunhão com a plateia”, diz Uyara, vocalista da banda.


Foto: Breno Galtier



O grupo
A Banda Mais Bonita da Cidade nasceu em 2009, da vontade de reinterpretar canções dos amigos de Curitiba. Após ficar mundialmente conhecida pelo vídeo de Oração, em 2011, o grupo gravou seu primeiro disco pelo sistema de financiamento coletivo e se tornou um dos responsáveis pela massiva difusão do crowdfunding, destacando a banda pelo empreendedorismo em sua gestão.

Em meados de 2012, eles realizaram uma série de shows em parceria com o cantor pernambucano China. Dessas apresentações fez-se um EP intermediário em sua carreira: o vinil compacto Canções que Vão Morrer no Ar. No ano seguinte, lançaram o segundo disco de estúdio, O Mais Feliz da Vida.


SERVIÇO
A BANDA MAIS BONITA DA CIDADE 
Local: Teatro (Capacidade: 279 pessoas)

Dias: 08 e 09 de abril de 2016. Sexta às 21h e sábado, às 20h. 
Duração: 75 min
Classificação: NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Ingressos: R$ 40,00 (inteira). R$ 20,00 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$12,00 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda pelo Portal www.sescsp.org.br a partir de 29/03 (terça-feira), às 18h, e nas bilheterias do SescSP a partir de 30/03 (quarta-feira), às 17h30. Venda limitada a quatro ingressos por pessoa. Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.



SESC SANTO AMARO
Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro. Telefone: (11) 5541-4000.
Horário de atendimento bilheteria: Terça a sexta-feira, das 10 às 21h30 e sábado, domingo e feriado, das 10 às 18h30. Obs: O Estacionamento e a bilheteria permanecem abertos de acordo com o horário das programações.

Estacionamento – Subsolo – 180 veículos, 34 vagas para motos (preço especial para shows a partir 18 horas: R$5,50 p/ comerciários e R$11 p/ não comerciários e 35 vagas no bicicletário (grátis). Observação: as motos pagam taxa equivalente aos veículos.

Assessoria de Imprensa:
Com Canal Aberto | Márcia Marques |
Contatos: (11) 2914 0770 / 9 9126 0425

terça-feira, 5 de abril de 2016

Joana Flor lança "Indivíduo Lugar" no Sesc Pompeia

A cantora e compositora Joana Flor sobe ao palco do teatro do Sesc Pompeia (Rua Clélia, 93), às 21h, dentro do Projeto Plataforma, onde apresenta seu primeiro álbum de estúdio Indivíduo Lugar.  Joana estará acompanhada de sua banda "Os Ervas Daninhas", -  formada por Roberta Kelly (bateria), Luiz Couto (baixo e voz) e Juninho Batucada (percussão e voz) -  além de músicos que participaram da gravação do álbum. O disco nasce de uma série de releituras que Joana fez desde que foi convidada, em 2011, para gravar e produzir a faixa "Seu Nome" no álbum Literalmente Loucas, projeto de Zé Pedro e Patrícia Palumbo, que reuniu cantoras da nova geração para gravar canções de Marina Lima.

Foto: Alicia Peres.


A partir daí, gravou e produziu em home studio artistas como Itamar Assumpção, Tom Zé e Sergio Sampaio. Multi-instrumentista, Joana transforma completamente as canções. "Quando eu decido fazer uma versão, tento modificá-la completamente. O fato de eu escolher músicas não tão conhecidas do grande público leva algumas pessoas a pensarem que são canções autorais", conta Joana.
Em 2014 disponibilizou na web algumas dessas faixas, reunidas em um EP batizado Em Progresso. No mesmo ano, conheceu Manoel Barenbein, o produtor responsável por discos fundamentais da história da música brasileira, sendo Tropicália ou Panis et Circencis, que uniu Gil, Caetano, Nara Leão, Os Mutantes e Tom Zé, um dos mais importantes. Barenbein já trabalhou com outros tantos grandes nomes da música, como Chico Buarque, Roberto e Erasmo Carlos, Toquinho e Ronnie Von. A identificação entre os dois foi imediata e o próximo passo foi trabalhar nas canções que estariam em Indivíduo Lugar.
"A Rita" (Chico Buarque), "Samba Erudito" (Paulo Vanzolini), "Zamba Bem" (Marku Ribas) e "Eu te amei como pude (Feito Gente)" (Walter Franco) foram as eleitas para compor o que seria o lado "A" do álbum. As autorais são "Sine Qua Non", "Película" e as inéditas "Nuvens" e "Cores".
"Eu fazia a pré-produção em casa. Gravava e mandava para o Manoel. E ele, sempre muito generoso, dava umas ideias que tinha tudo a ver. Ele foi muito sensível. Nós nos demos muito bem. Era muito divertido este momento de ligar para ele e falar sobre as canções. Ele sempre ouvia as músicas e me dava um 'plus'", valoriza Joana.
O álbum dá a dimensão do trabalho de Joana Flor, já que reúne canções autorais e versões. Contar com um produtor musical era, até então, inédito na trajetória dela, que sempre gravou, produziu, mixou e masterizou seus trabalhos. A cantora é formada em produção musical.
Em Indivíduo Lugar, ela entra de cabeça numa versão rock para a comportada "A Rita", de Chico Buarque, revive um clássico do underground em "Eu te amei como pude (Feito Gente)", de Walter Franco, que está no álbum Revolver (1975), faz de "Samba Erudito" (Paulo Vanzolini) um samba a la Chiquinha Gonzaga e "Zamba Bem" (Marku Ribas) ganha uma versão bossa nova.
Entre as autorais, "Sine qua non", que já fazia parte do repertório, ganhou uma nova versão, mais samba rock. "Película" é um exemplo de como é possível sair do óbvio, coisa que Joana fez durante todo o disco. Mesmo que esteja tocando algo tão brasileiro, como a bossa, parte da canção é entoada em espanhol. Entre as inéditas, "Cores" é um fado com a guitarra portuguesa de Vinícius Almeida e "Nuvens" é a música mais etérea do álbum. Um mergulho na Joana sensível, que fala de seus sentimentos e conta com uma orquestra de aquários em clima oitentista.
"Eu quando não estou apaixonada, estou falando das plantas, do tempo, do existencialismo... Os meus temas são esses", fala Joana.
As canções foram gravadas no estúdio Musiclave, em São Paulo. A capa do álbum é uma tela do artista Marcos Coimbra, "Magna Musa" (2013). O disco está disponível para audição nas plataformas de streaming  Spotify, Deezer e Google Play, além de estar à venda em todas as lojas de discos do país com distribuição da Tratore. 
Mais sobre Joana Flor
Com formação musical em canto lírico e violão popular, a carioca chegou a São Paulo em 2004 e montou o trio "Joana Flor e Seus Dois Maridos". Com este trabalho, apresentou-se em diversas casas em São Paulo e foiPrata da Casa no Sesc Pompeia.
Com a dissolução do trio, ela seguiu carreira solo. Em 2011, participou de uma faixa no álbum Literalmente Loucas, projeto de Zé Pedro em parceria com Patrícia Palumbo, que reuniu cantoras da nova geração em versões de músicas de Marina Lima. Além disso, a cantora lançou informalmente o EP Viva (2012) gravado nos estúdios da Trama Virtual e que alcançou mil downloads em apenas um dia, pelo site A Musicoteca. O EP a levou a tocar por várias unidades do Sesc de São Paulo.
Em 2014, lançou o EP Em Progresso (2014), com shows de lançamento no Sesc Vila Mariana (SP) e no Solar de Botafogo (RJ).  Versátil, já fez shows em homenagem à  Tim Maia (Galeria Olido) e Rita Lee (Sesc Santo André).
Faixa a faixa
1. "A Rita"
(Chico Buarque)
Essa é uma música que eu toquei muito na noite. E era uma música que eu tinha bastante afinidade, mas acho que a letra pede um rock. Já que o "vilão ficou mudo", liguei a guitarra!
2. "Samba Erudito"
(Paulo Vanzolini). Participações especiais: Johnny Guima (Tan-tan, cuíca, tamborim, ovinho) e Vinicius Almeida (violão de 7 cordas, cavaquinho)
Essa foi o Manoel quem chegou e disse: "Essa música é a sua cara!" e quando ele me mostrou eu pensei: "Nossa tudo a ver!". E já comecei a fazer a produção em casa e tive essa ideia de fazer um samba com referências à Chiquinha Gonzaga, com piano meio de maxixe, tem até caixinha de fósforo na música.
3. "Zamba Bem"
(Marku Ribas). Participação especial: Johnny Guima (Tamborim, ganzá)
Todas as releituras que a gente tem dessa música são samba-rock e fazendo uma reverência ao autor e a música original. Então, pensei em fazer uma "bossinha". E o Manoel veio com a história de fazer uma bossa meio Tom Jobim, com orquestra, com piano, uma bossa meio jazz.
4. "Eu Te Amei Como Pude (Feito Gente)"
(Walter Franco)
Eu já tinha feito essa no estúdio que tenho em casa. Então, só gravei com bateria de verdade, porque a bateria tinha sido feita em midi. Mas eu mantive muita coisa original que eu fiz em casa.
5. "Cores"
(Joana Flor). Vinícius Almeida (guitarra portuguesa, baixo)
Essa música é uma das últimas que eu compus. Ela era originalmente um xote, eu tenho essa influência da música oriental, flamenca e cigana e ao mesmo tempo nordestina, porque para mim tem a mesma origem. Ela tinha um escala meio espanhola. Daí, o Manoel deve essa ideia de fazer uma coisa meio fado. Na primeira versão, ela tinha uma viola caipira e o Manoel deu a ideia de chamar uma guitarra portuguesa. E eu chamei o Vinícius. Ele gravou e ficou maravilhoso!
6. "Nuvens"
(Joana Flor) Participação especial: Pax Bittar (Orquestra de Aquários e kalimba). Claudio Erlam (baixo fretless).
Estava passando por um momento de "apaixonamento", então foi um momento de resignificar a vida, a minha forma de me apaixonar e o meu jeito de ser. Ela é bem autobiográfica. E foi meio psicografada, porque eu fui fazendo a harmonia, junto com letra, tudo ao mesmo tempo e quase não reescrevi nada. Fiz uma gravação bem simples em casa e nesse meio tempo, conheci o Pax num curso e ele tem essa história da orquestra de aquários, que eu me apaixonei quando vi aquilo ao vivo. Inclusive, meu filme preferido do Fellini, que é o "E La Nave Va" (1983), tem uma cena com uma orquestra de taças de cristal. Essa cena me marcou desde que vi o filme. Quando vi isso ao vivo, pensei: "Preciso fazer alguma coisa com isso". Então, imaginei que este era o momento.
7. "Película"
(Joana Flor). Participação especial: Johnny Guima (cuíca e ovinho)
Essa é uma música que eu chamo de "Bossa-Orla", porque ela tem essa coisa de estar caminhando no Rio e vendo a paisagem. Só que eu a compus em São Paulo, indo para a faculdade ouvindo um cantor chamado Kevin Johansen, que é argentino e eu pensei: "Bem que eu podia fazer uma música assim, meio pop, meu suingue, mas com essa característica de flerte".  
8 - "Sine Qua Non"
(Joana Flor). Participações especiais: Johnny Guima (pandeiro, bongô e reco-reco) e Vinícius Almeida (baixo)
É uma música de uma fase mais antiga minha. Eu tinha me mudado para São Paulo há pouco tempo e tinha ainda bastante a coisa do samba rock. Ela originalmente era uma bossa para frente. Quando estava gravando a versão que está no álbum, segui  a sugestão do operador do estúdio, que era fazer algo mais "Jorge Ben". E eu gostei muito, porque a música ficou mais para frente. Nessa versão, gravei, aquela guitarrinha marota, que dá um "tchan" na canção.

SERVIÇO
Joana Flor apresenta Indivíduo Lugar

Local: Sesc Pompeia (Rua Clélia, 93, Lapa, São Paulo, SP)
Dia: 8 de abril de 2016, às 21h
Duração: 1h30
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira). R$ 10,00 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 6,00 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda pelo Portal 
www.sescsp.org.br e nas bilheterias do SescSP. Venda limitada a quatro ingressos por pessoa. Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.

Assessoria de Imprensa:
Com Canal Aberto | Márcia Marques | Alessandra Braz
Contatos: (11) 2914 0770 / 99126 0425 / 94552-5625

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Espetáculo infantil, “Bruxas da Escócia” chega em São Bernardo

Um dos espetáculos infantis mais premiados nos últimos anos, “Bruxas da Escócia”, livre adaptação do clássico “Macbeth” (de William Shakespeare), assinada pela Cia Vagalum Tum Tum, dirigida por Angelo Brandini chega à cidade de São Bernardo do Campo para duas apresentações no Teatro Lauro Gomes, no dia 14 de abril. As sessões, com entrada gratuita, acontecem às 15he às 19h30 e foram contempladas pelo Programa de Ação Cultural da Secretaria da Cultura (ProAC).

“Bruxas da Escócia” é a quarta adaptação de um clássico shakespeariano para ouniverso infanto-juvenil realizada pela Cia Vagalum Tum Tum – o grupo já transformou “Otelo” em “Othelito”, “Rei Lear” em “O Bobo do Rei” e “Hamlet” em “O Príncipe da Dinamarca”, todos espetáculos premiados pela crítica especializada.

Tendo estreado em 2014, a montagem venceu em três categorias do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2014 (antigo Prêmio Femsa): Melhor Espetáculo Infantil, Melhor Direção e Melhor atriz Coadjuvante (Christiane Galvan). Ganhou ainda o Prêmio APCA de Melhor Espetáculo com Texto adaptado e foi finalista do Prêmio Governador do Estado na Categoria Arte para Crianças.

O espetáculo, adaptado e dirigido por Angelo Brandini, traz no elenco os atoresAnderson SpadaChristiane Galvan – responsável pela criação dos figurinos –,Erickson AlmeidaLayla RuizTereza Gontijo e Val Pires. Juntos no palco, o elenco executa também ao vivo as músicas originais do espetáculo, compostas pelo diretor musical Fernando Escrich.

ADAPTAÇÃO - Utilizando-se da linguagem do palhaço – Angelo Brandini integra os Doutores da Alegria desde 1994 e atualmente é coordenador nacional de criação –, o espetáculo conta a saga de Macbeth, um valente general do exército escocês que vira o melhor amigo do rei. Apesar do tema denso e das tragédias do texto original, “Bruxas da Escócia” é contada de uma maneira engraçada, com músicas em clima de opereta e até mesmo truques de mágica.

Foto: Divulgação.

“Como a peça possui a maneira do palhaço de contar uma história, as batalhas são repletas de bofetadas e escorregões”, ressalta Brandini. Sobre as mortes presentes em Macbeth, o diretor utilizou-se de uma maneira leve, divertida e criativa para mantê-las no espetáculo: em “Bruxas da Escócia” os personagens são catapultados para o espaço infinito por meio de um belo truque de mágica. “Mas também não deixamos de falar sobre o poder, aproveitando esse momento que estamos vivendo”, lembra o diretor.

MÚSICA E KILT - Um traço marcante das montagens da Vagalum Tum Tum é o cuidado com as músicas e não é diferente neste novo espetáculo. As canções de Fernando Escrich ajudam a apresentar ao público cada um dos personagens. Por exemplo, a vilã Lady Macbeth, esposa de Macbeth, é retratada por uma música divertida, que a define como a “dona da bola”, que consegue tudo na base do beliscão.

Foto: Divulgação.

 Já os figurinos, criados por Christiane Galvan, destacam o uso do kilt, as tradicionais saias masculinas escocesas. “Naquela época lá na Escócia, onde a história se passa, os homens usavam saias nas batalhas para facilitar na hora de fazer xixi sem ter que descer do cavalo”, explica a atriz e figurinista.

Outro ponto da montagem que deve chamar a atenção do público é coxia. Tradicionalmente um lugar “secreto”, onde acontecem os bastidores das montagens, em “Bruxas da Escócia” ela ficará visível ao público. “Nesta peça a coxia não fica escondida da plateia de propósito. A ideia é que as crianças possam desvendar os segredos do teatro. Por isso que o cenário criado por Bira Nogueira é cheio de transparências”, conta Brandini.

Foto: Divulgação.


ANGELO BRANDINI
Formou-se na Escola de Arte Dramática da Universidade de SãoPaulo, EAD/USP. É autor e diretor das peças “Masmorra”, “Vagalum Tum Tum”, “Queluzminha”, “Othelito” (Prêmio APCA, 2007 de Melhor Texto Adaptado) “Senhor Dodói” (Prêmio FEMSA 2008 de Melhor Texto Adaptado),  “O Bobo do Rei” (Prêmio FEMSA 2010 de Melhor Direção), “O Príncipe da Dinamarca” (Prêmio FEMSA  2011 de Melhor Texto Adaptado), “A Condessa e o Bandoleiro” (Prêmio São Paulo de incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2014 de Melhor Espetáculo Jovem) e “Bruxas da Escócia” (Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2014 de Melhor Espetáculo Infantil e Melhor Direção; Prêmio APCA de Melhor Espetáculo com Texto adaptado, indicado ao Prêmio Governador do Estado na Categoria Arte para Crianças).

Faz parte dos Doutores da Alegria desde 1994, onde é coordenador nacional de criação. Diretor e ator do espetáculo “Midnight Clowns”, apresentado em S. Paulo e Rio de Janeiro que visa o aprimoramento e a manutenção de um espaço para a linguagem do Palhaço. Ministra Palestras-Shows sobre o trabalho dos Doutores da Alegria para empresas, órgãos governamentais, instituições e universidades de todo o Brasil, América do Sul e Portugal.

Criador, redator e intérprete do programa “Cidadania no Trânsito, Rádio Pára-Choque”, esquetes cômicas sobre trânsito na Rádio Eldorado, Prêmio APCA de inovação no rádio 2006.

Como ator, participou de dezenas de espetáculos com diretores como Cacá Rosset (“O Avarento”), Celso Frateschi (“O Macaco Peludo”, “Um Homem é Um Homem”, “O Banquete”, “Atiag e a Grande Imprecação diante dos Muros da Cidade”, “Tio Vânia”), William Pereira (“La Chunga, em Miami e N. York”), Gabriel Vilela, Roberto Lage, entre outros.

CIA. VAGALUM TUM TUM
A companhia surgiu em 2001 com o espetáculo homônimo Vagalum Tum Tumque contava a saga de um palhaço atrás de um vagalume.  O segundo espetáculo, Queluzminha, contava com dramaturgia de Marici Salomão e apresentava a história de dois palhaços em esquetes com técnicas "palhacescas" variadas e manipulação de objetos.

Em 2007 a companhia estreou Othelito, produzido e premiado pelo 11º Cultura Inglesa Festival como Melhor Espetáculo infanto juvenil. Othelito ganhou também os prêmios APCA e FEMSA 2007 de Melhor Texto Adaptado.

No ano de 2010 estreia O Bobo do Rei, livre adaptação de Rei Lear de William Shakespeare e recebeu o Premio da Associação Paulista de Críticos de Arte de Melhor Elenco, FEMSA 2010 de Melhor Direção, Melhor Figurino e Atriz Revelação para Tereza Gontijo.

Já em 2011 foi a vez de a Cia. estrear O Príncipe da Dinamarca, livre adaptação do clássico Hamlet, de William Shakespeare, vencedora do Prêmio FEMSA 2012 de Melhor Autor de Texto Adaptado, que também rendeu ao ator Davi Taiu o FEMSA de Melhor Ator Coadjuvante em 2012 e Premio da Cooperativa Paulista de Teatro de Melhor Trabalho para o publico Infanto-Juvenil 2011.

 Em 2014, dentro do projeto criado pelo grupo “Shakespeare para Crianças”, estreou o espetáculo "Bruxas da Escócia", livre adaptação de “Macbeth” do mais importante dramaturgo de todos os tempos. A montagem venceu em três categorias do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2014: Melhor Espetáculo Infantil, Melhor Direção e Melhor atriz Coadjuvante (Chris Galvan). Ganhou ainda o Prêmio APCA de Melhor Espetáculo com Texto adaptado e foi indicado ao Prêmio Governador do Estado na Categoria Arte para Crianças.

A Cia. Vagalum Tum Tum realiza palestras e oficinas de palhaço para crianças e adultos.

FICHA TÉCNICA
Texto e Direção: Angelo Brandini
Elenco: Anderson Spada: Bruxa, Mensageiro e Rebelde; Christiane Galvan: Lady Macbeth e Soldado; Erickson Almeida: Músico, Filho 2 e Rebelde; Layla Ruiz: Bruxa, Filho 1 e Rebelde; Tereza Gontijo: Macbeth; Val Pires: Bruxa, Rei e Soldado
Stand in: Rodrigo Freitas e Suzana Aragão
Direção Musical: Fernando Escrich
Preparação Corporal: Vivien Buckup
Cenografia: Bira Nogueira
Iluminação: Wagner Freire
Figurinos: Christiane Galvan
Assistente de Figurinos: Mariana Lima
Sonoplasta: Vitor Osório
Operador de Luz: Giuliana Cerchiari
Costureira: Cleide Mezzacapa Hissa
Fotografia: João Caldas
Produção: Cia. Vagalum Tum Tum
Assistente de produção: Marina Mioni 

SERVIÇO
Cia Vagalum Tum Tum apresenta o espetáculo BRUXAS DA ESCÓCIA – Teatro Lauro Gomes – São Bernardo do Campo
Dia: 14 de abril
Horários: 15h e às 19h30
Endereço: Rua Helena Jacquey, nº 171 - Rudge Ramos - São Bernardo do Campo – SP
Telefone: (11) 4368-3483
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Capacidade: 526 lugares
Ingressos: Grátis

quinta-feira, 24 de março de 2016

Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas

A partir do depoimento de diversas mulheres, de diferentes camadas sociais e profissões (integrantes do sistema prisional, donas de casa, sambistas, religiosas de matrizes africanas, empresárias, líderes comunitárias, prostitutas, entre outras), colhidos em 2013 pelo coletivo Os Crespos, o grupo concebeu o espetáculoEngravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas’, que faz temporada no Sesc Belenzinho no período de 31 de março a 03 de abril, dentro do projeto ARTE – Substantivo Feminino, que encerra sua programação em meados de abril.

Em cena, a atriz Lucelia Sérgio - que divide a direção do espetáculo com Sidney Santiago Kuanza – expõe ao público histórias que envolvem violência masculina, sexo, traumas psicológicos e sobrevivência, além de permear temas como afetividade, família, casamento, sexo, solidão, beleza e igualdade.

Foto: Divulgação.


O espetáculo é parte da trilogia ‘Dos Desmanches aos Sonhos’ que contém ‘Além do Ponto’ e  ‘Cartas à madame Satã ou me desespero sem notícias suas’, que investiga as relações entre afetividade, negritude, gênero e o impacto da escravidão na nossa maneira de amar.

A trilogia vem sendo criada pelos Crespos desde janeiro de 2011 e foi concluída em julho de 2014.  Em cada um dos espetáculos, o grupo abordou a temática da afetividade negra a partir de uma perspectiva diferente.

O espetáculo

Em cena, a atriz debruça-se sobre cinco mulheres negras e suas privacidades, atira ao público suas trajetórias afetivas, permitindo à plateia conviver, durante o tempo da peça, com seus respectivos cotidianos. Essas mulheres/personagens tentam enxergar e modificar seus destinos, como lagartas aprendendo a voar, revelando seus medos, dores, amores e sonhos. Como em um jogo, no qual o espectador acompanha a transformação da atriz em diferentes mulheres, a peça cruza fragmentos de vidas, sem necessariamente confrontá-las, entregando para o público a linha que costura seus caminhos.

A cena envolve ambientes privados, casas sem paredes, onde as personagens são reveladas. A trilha sonora, executada por uma DJ, conta ainda com músicas compostas para as personagens. 

Os Crespos

Os Crespos é um coletivo teatral, composto por atores negros, que realiza pesquisas cênica e audiovisual, além de promover debates e intervenções públicas. Formado na Escola de Arte Dramática EAD/ECA/USP, está em atividade desde 2005, tendo realizado excursões por diversas regiões do Brasil e também Alemanha e Espanha.

Em 2006 participou do espetáculo “Anjo Negro + A Missão”, com direção do alemão Frank Castorf; em 2007 realizou o espetáculo autoral “Ensaio Sobre Carolina”, com o qual excursionou por diversas cidades do Brasil nos anos de 2008 e 2009; em 2009 e 2010 apresentou o projeto “A Construção da Imagem e a Imagem Construída”; em 2011 estreou o espetáculo “Além do Ponto”. Em 2012 circulou com o espetáculo pelo Estado de São Paulo e recebeu o Prêmio de Direitos Humanos e Combate ao Racismo Flavio F. Sant’Ana, da prefeitura da Cidade de São Paulo. Em 2013 e 2014 dá continuidade à trilogia Dos Desmanches aos Sonhos estreando os espetáculos “Engravidei, Pari cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas” e “Cartas à Madame Satã Ou Me Desespero Sem Notícias Suas”.

Em 2015 é contemplado pelo Fomento Ao Teatro Para a Cidade de São Paulo, através da qual realiza a pesquisa "De Brasa e Pólvora - Zonas Incendiárias, Panfletos poéticos" que trata das revoltas negras do Brasil e do Caribe. A Cia também realizou, ao longo desses 10 anos, 2 edições da Mostra Cinematográfica “Faz lá o Café”, a 1.a Mostra de Teatro Negro de São Paulo e os premiados curtas “D.O.R”, “Nego Tudo” e “Ser ou Não Ser”, além de produzir a revista "Legítima Defesa - Uma revista de Teatro Negro". 


ARTE – Substantivo Feminino

O ARTE – Substantivo Feminino põe luz na mulher, como foco principal de obrasescolhidas por trazerem temáticas relevantes e de diferentes pontos de vista sobre o feminino. A ideia é abordar a mulher nas artes, tanto no conteúdo das obras – suas lutas em batalhas, dentro da história e da sociedade –, quanto na gestão e criação dos trabalhos.

Ficha técnica 
Direção: Lucelia Sergio e Sidney Santiago Kuanza. Atriz: Lucelia Sergio. Texto: Cidinha da Silva. Dramaturgia: Cidinha da Silva e Os Crespos. Colaboração Criativa de direção: Aysha Nascimento. Atrizes colaboradoras do processo de criação: Dani Nega, Dani Rocha, Darília Lilbé, Dirce Thomaz, Maria Dirce Couto, Nádia Bittencourt. Direção de arte: Mayara Mascarenhas. Iluminação: Edu Luz. Trilha sonora: Dani Nega.

TEATRO
ENGRAVIDEI, PARI CAVALOS E APRENDI A VOAR SEM ASAS!
De 31 de março a 03 de abril de 2016, quinta a sábado, às 21h30, e Domingos, às 18h30
Cia Os Crespos. Em cena, a privacidade de cinco mulheres negras é flagrada quando expõem suas trajetórias afetivas, permitindo ao público entrar em seus respectivos cotidianos. Elas tentam enxergar e modificar seus destinos, como lagartas aprendendo a voar, revelando seus medos, dores, amores e sonhos. A trilha sonora, executada por uma DJ, conta ainda com músicas compostas para as personagens.
Sala de Espetáculos I. Duração: 60 minutos
IngressosR$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante); R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).
Não recomendado para menores de 14 anos.

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP
Telefone: (11) 2076-9700

Estacionamento
Para espetáculos com venda de ingressos:
R$ 11,00 (não matriculado);
R$ 5,50 (matriculado no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/ usuário).

Assessoria de Imprensa e Credenciamento:
Sesc Belenzinho
Jacqueline Guerra: (11) 2076-9762
Sueli Freitas: (11) 2076-9763
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quarta-feira, 23 de março de 2016

Giovani Caramello apresenta obras inéditas na OMA | Galeria

Pela primeira vez o artista hiper-realista realiza uma mostra individual no espaço que o representa
Ele está de volta. Após um ano recluso, em processo produtivo, no dia 1 de abril, a partir das 19h, Giovani Caramello apresenta ao público e convidados somente obras inéditas, na OMA | Galeria. A exposição é um marco, pois apesar de ter participado de outras mostras coletivas, esta é a primeira individual do artista no espaço que o representa. Segundo Thomaz Pacheco, galerista da OMA, nesta oportunidade vai ser possível conhecer uma outra nuance de seu trabalho. “A grandeza dele vai além de detalhes que denotam a quase perfeição. Vai ser interessante mostrar este novo momento de sua carreira, muito mais maduro e consciente da sua produção”, comenta. 

Foto: Matheus Marinheiro .

Aos 25 anos e inserido no circuito de artes há cerca de três, Caramello que é o único escultor hiper realista brasileiro, vem assumindo pouco a pouco a sua identidade, que será possível ver nessa mostra. Além disso, ele que é tímido, de poucas palavras, mas com um olhar muito observador, ao longo de sua carreira vem encantando colecionadores com suas obras carregadas de sentimentos universais, como a introspecção que cria um canal afetivo direto com o público. Para Giovani Caramello, nesta nova exposição, os seus admiradores poderão conhecer muito além da técnica que rendeu lhe elogios, a sua poética está cada vez mais evidente. “Creio que as novas peças representam meu amadurecimento e da minha forma de esculpir. E, apesar de possuírem uma temática muito pessoal, sempre busco apresentar uma poética de fácil identificação. É justamente isso que as pessoas vão ver na mostra e espero que a receptividade seja positiva”, comenta.
O texto curatorial é assinado pela crítica de arte e curadora, Ananda Carvalho.  Para ela, “ao contrário das esculturas tradicionais que congelam um fragmento do tempo, os trabalhos do Giovani, expandem esse tempo, ele esculpe algo que todos reconhecem: as emoções", adianta.  
A exposição individual de Giovani Caramello está disponível para visitação entre os dias 1 de abril e 25 de maio. A classificação é livre e a entrada é gratuita.  
Serviço:
1ª Exposição individual de Giovani Caramello, na OMA | Galeria
Início: em 1 de abril, às 19h
Encerramento: 25 de maio
Endereço: Rua Carlos Gomes, 69, Centro - SBC
Horário: Visitação de terça a sexta, das 10h às 19h; aos sábados, das 10h às 14h
Classificação livre     
Gratuito

“ENCONTRO DE VINHOS” SEGUE COM SUA FEIRA PARA SÃO PAULO

Considerado um dos maiores eventos itinerantes de vinhos do Brasil, o Encontro de Vinhos, trouxe para as principais cidades brasileiras em 2015 mais de 10 mil consumidores, mil Sommeliers, lojistas e restaurateurs.
Após a edição do “Encontro de Vinhos” no Rio de Janeiro ser um sucesso, a feira itinerante de vinhos segue a São Paulo, com atrações especiais para o dia 2 de abril.
Será um delicioso sábado regado a vinhos e cultura. Este ano o Encontro de Vinhos, receberá a wine-artist italiana Arianna Greco, para uma amostra da artista que pinta com vinho e, fez uma tela com a representação da feira em 2016. Arianna, reconhecida internacionalmente, estará presente na capital e pintará ao vivo com os vinhos na ocasião.
Durantes o evento o júri de especialistas qualificados – sommeliers, jornalistas, enólogos, blogueiros, diretores de associações de vinhos e restaurateurs – estarão presentes, e darão os resultados do TOP5 -  a degustação às cegas para eleger os cinco melhores tintos, brancos e espumantes de SP do ano de 2016.
Alguns dos expositores de São Paulo são: Adolfo Lona Vinhos, Luiz Argentina, Bodega Vizar, Importadora Cantu, Casa do Porto, Chozas Carrascal, Eno Cultura, Importadora Mistral, Casa Perini, Casa Venturini, Kangaroo Tours, Vinícola Góes, Winefit, Villa Francioni, Selene Vinhos, Queijo D'Alagoa, entre outros.
O local é bastante convidativo, acontecerá na Casa da Fazenda Morumbi, das 14h às 22h. Como todos os anos reunirá além de ótimos vinhos, um espaço com música e uma área gourmet, com Food Trucks que funcionam como praça de alimentação e como também um local de testes de harmonização.
A mecânica da feira é simples, a entrada custa R$ 80 Inteira/ R$ 40 Meia antecipada. Na hora custa R$ 90 / 45, os convidados recebem uma taça e podem desfrutar de quantos vinhos quiserem.
Serviço:
O evento acontece das 14H ás 22H, na Avenida Morumbi 5594 tels. 11 3742 2810 (Casa da Fazenda). Entrada: R$ 80 - Meia Entrada: R$ 40 (antecipado). http://www.encontrodevinhos.com.br/

segunda-feira, 21 de março de 2016

Toquinho celebra 50 anos de carreira com gravação de DVD

O palco do Teatro WTC, foi o lugar escolhido pelo compositor Toquinho para a gravação do DVD de 50 anos de carreira. O músico recebe os amigos e convidados Ivan Lins, Paulo Ricardo, Tiê, Anna Setton, Mutinho e Verônica Ferriani em apresentação única, marcada para 25 de março, às 21h, em São Paulo.
 Sucessos como “Aquarela”, “Quem viver, verá”, “Que maravilha” e “Regra três”, “Samba de Rosas”, “O caderno”, “Canção pra Jade”e diversas outras músicas mais marcantes de cada fase dos 50 anos de carreirafazem parte do set list escolhido a dedos por Toquinho. “A ideia é contar a história através de canções e parceiros que enriqueceram minha trajetória. Esse painel será separado por blocos, com canções infantis, instrumentais, a parceria com Vinicius, sucessos com outros queridos autores, como Mutinho, Jorge Benjor, Chico Buarque, entre outros.”, explica Toquinho.

Foto: Divulgação.

O dvd ainda conta com gravações externas, com participação especial de João Bosco em “Tarde em Itapoan” e uma canção indicada por ele; Eliane Elias, com “Samba de Orly”; Ophélie Gaillard, com “Carinhoso”, gravada em Paris, ano passado.
O que esperar deste grande dia? “Os fãs irão se surpreender: além dos sucessos, que terão novos intérpretes, vamos acrescentar canções que estão escondidas na memória do tempo. É como tirar a poeira de um velho baú onde estão 50 anos com muitos mistérios, fantasmas e doces lembranças!”, finaliza o músico.
O CANTOR
Toquinho, o Antônio Pecci Filho, nasceu em São Paulo, no bairro do Bom Retiro. O artista já gravou 82 discos, compôs mais de 450 músicas e fez aproximadamente 10 mil shows pelo Brasil e exterior.
Entre os principais parceiros na carreira de Toquinho estão: Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Jorge Ben Jor, Paulinho da Viola, Francis Hime, Carlinhos Vergueiro, Gianfrancesco Guarnieri, Elifas Andreato, Paulo César Pinheiro. Já Baden Powell, Edgard Gianullo e Oscar Castro Neves, são as maiores influências do músico.

O SHOW
Entre as músicas deste repertório estão: “Aquarela”, “Quem viver, verá”, “Que maravilha” e “Regra três”, “Samba de Rosas”, “O caderno”, “Canção pra Jade”, “Que maravilha”, “Turbilhão”, “Aos pés da Santa Cruz”, “Nega do cabelo duro”, “Escravo da alegria” e outras.
TOQUINHO
Comemoração de 50 anos de carreira – Gravação de DVD AO VIVO
Convidados: Ivan Lins, Paulo Ricardo, Tiê, Anna Setton, Mutinho e Verônica Ferriani
Data: 25/03/2016 – Única apresentação
Horário: 21h
Local: Teatro WTC – Av. das Nações Unidas, 12551 – Brooklin Paulista, São Paulo
Capacidade: 526 lugares
Gênero: Musical
Duração: 90 minutos
Classificação: 12 anos
Ingressos: R$ 300,00 inteira; R$ 150,00 meia (estudantes e idosos com documentação regularizada)
Bilheteria: não haverá vendas pela bilheteria
Vendas Online: ingressorapido.com.br    
Mais informações através do telefone: (11) 3043-7000

Ficha Técnica
Produção Show:
bsbeventos.com.br
hintech.com.br
circuitomusical.com.br
Ricardo vieira

Produção DVD:
bsbeventos.com.br
circuitomusical.com.br
Flavio Batichotte
Ricardo Vieira
Cassius Cordeiro
Betho Iessus