quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Espaço Varandas: “ De consumidor para consumidor”


Foi com esta filosofia que surgiu a Espaço Varandas, com o propósito de atender com qualidade e preço justo os mais diferentes estilos de clientes. Com esta nova tendência de "Sacada Gourmet", cresceu a procura por móveis especializados de varanda - que não são apenas para varanda. Localizada em São Caetano do Sul, no bairro com maior número de prédios - Bairro Santa Paula, a Espaço Varandas abriu suas portas em 30 de novembro com evento que reuniu clientes e empresários da região. Dentre os mais de 50 convidados, destaque-se a presença de empresários do ramo imobiliário como: Cristiane Gassmann - da tradicional Jacques Gassmann Imóveis, há 45 anos em São Bernardo do Campo e, também, Priscilla Cocco - proprietária da Cocco Imóveis de São Caetano do Sul. O coquetel trouxe petiscos convencionais, porém todos apresentados nos ambientes montados isolados e criados para que o cliente se sentisse em sua própria "Varanda" . 

Com o crescimento da demanda de edifícios com o novo padrão de “sacada gourmet”,  o mercado viu a necessidade de industrializar produtos antes feitos artesanalmente, afim de atender o consumidor com qualidade e preço justo.


Por notar esta deficiência de lojas que pudessem atender os mais variados perfis de consumidores, surge a Espaço Varandas que veio intermediar o mercado, com a proposta de móveis personalizados, exclusivos e de qualidade, aliada a vários benefícios para o consumidor.



Os móveis de varanda não mais precisam ser apenas na varanda. Com acessórios e produtos com design inovador, traz um novo estilo de decoração para qualquer ambiente.

O produto traz ainda o conceito de ecologicamente correto, por ser hoje trabalhado com fibra sintética de várias cores, formatos e acabamentos.

A Espaço Varandas veio para inovar, não somente por seu produto exclusivo, mas principalmente por seu atendimento individualizado, home care e garantia de entrega.

A loja apresenta vários ambientes montados, dentre eles um espaço criança equipado e adequado, o que faz com que todos se sintam em sua própria casa. Para complementar, oferece um delicioso café Grands Crus com mais de 15 tipos, dentre eles: Ristretto, Volluto, Indriya e Rosabaya trazendo aromas adocicados, picantes e frutado de diferentes países. 
 Crédito das fotos: Priscila Cardoso.

Espaço Varandas
Rua Maranhão, 1240
B.Santa Paula – São Caetano do Sul – SP
Fone: (11) 4318-9808

Horário de atendimento: de 2ª a Sábado das 9h às 20h e Domingo das 10h às 16h.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Carol Gregori Bijuterias inaugura loja em São Bernardo do Campo

Foto meramente ilustrativa/divulgação.
Uma marca que possui estilo e criatividade em seu DNA. Assim podemos definir a Carol Gregori que começou em um atelier no Brooklin, com a parceria entre Sandra Maria Gregori Massarente (mãe) e Carolina Gregori Massarente (filha).



O estilo romântico e feminino sempre foram as principais características das peças que rapidamente conquistaram uma legião de clientes em busca de bijuterias de qualidade e bom gosto.
Uma loja em Moema com o mesmo charme e clima intimista foi inaugurada em 2005 e daí pra frente, a Carol Gregori não parou mais de crescer em sucesso e franquias.       
Conquistando cada vez mais clientes e parcerias
A primeira loja franqueada da Carol Gregori ocorreu em 2008 e atualmente já conta com lojas em vários estados do Brasil.
O principal ingrediente do sucesso não é nenhum segredo: a marca produz e comercializa bijuterias e acessórios femininos artesanais, em ambiente intimista, satisfazendo assim, o gosto e sonho de cada cliente.
Cristiane Teté Lopes é mais uma parceira conquistada pelo charme e qualidade da marca.
Casada e mãe de dois filhos, Cristiane é formada em Secretariado Executivo, no entanto, atua na área de logística há 13 anos e já passou por várias empresas multinacionais, a última a compor seu currículo foi a General Motors do Brasil, na qual trabalhou por cinco anos.
Há exatamente três anos atrás, foi convidada para a inauguração da Carol Gregori – São Caetano do Sul, ali teve inicio mais uma história de paixão e parceria.
Encantada pelas peças, design diferenciado e exclusivo e também pelo ambiente aconchegante e 100% feminino da loja, Cristiane Teté Lopes começou a pesquisar tudo sobre franquias.
Após dois anos de estudo, amadurecimento e viabilização do próprio negócio, anuncia com alegria, a inauguração de um projeto que define como “uma escolha perfeita” já que tem a sua cara. 
Fazer parte da grande família chamada Carol Gregori é sem dúvida um grande privilégio que ágora se estenderá para São Bernardo do Campo, conquistando ainda mais as mulheres apaixonadas por suas bijuterias.     


Foto meramente ilustrativa/divulgação.
Serviço
Rua Bela Vista, 98  -  Centro  -   São Bernardo do Campo.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Sucesso na noite do Haloween do Baby Beef!

SUCESSO foi o que o público do Baby Beef presenciou na noite de 01 de novembro.
Tudo estava maravilhoso desde a decoração até o buffet.
Logo na porta, atores fantasiados e pintados recebiam quem chegava para a festa. Logo depois, um labirinto: Jason assustava a todos com sua serra elétrica e Samara, rastejava aterrorizando quem passava por ela!
Foi assim, a noite mais que especial do Haloween do grupo Baby Beef.






No mês de agosto, o Grupo Grupo Baby Beef Jardim promoveu uma de suas festas temáticas de maior sucesso: a Festa a Fantasia. Casa lotada, decoração e cenografia riquíssimas, sem falar das fantasias de extremo bom gosto de seus convidados.
Por isso, a pedidos, vem aí mais uma festa que vai marcar o ano e a agenda do Grupo.
Dia 01 de novembro acontece  “Halloween”!

Bruxas, vampiros, monstros estarão soltos no Espaço Figueiras em comemoração ao dia de Halloween em mais um evento de sucesso promovido pelo Baby Beef Jardim.
Halloween
Com início às 22h, a festa terá várias atrações e uma grande pista de dança com apresentações de dançarinos no estilo mundo das trevas. Open Bar, drinques diversos, ilhas de salgados e doces e como sempre, em todas as festas do Grupo Baby Beef Jardim, os participantes terão muitas surpresas extras.

O traje pode ser temático ou se preferirem os convidados poderão vir com a camiseta da festa entregue na compra do convite.
O menu da festa:
BEBIDAS
Águas com e sem gás, refrigerantes incluindo dietéticos, club soda chopp, cerveja sem álcool e bar de caipirinhas, sangria com frutas.
COQUETEL PONTO FIXO
Torta de abobora picante, Empada de palmito e azeitona roxa, Mini Pastel de carne acebolada, Mini Folhado de linguiça picante, Maravilha de queijo, Quiche de alho poró, Caldinho de feijão com bacon crocante.
ESTAÇÃO CALDEIRÃO DA BRUXA PONTO FIXO
Mini saladinha de agrião com laranja e brie, Creme de abobora com gengibre, Escondidinho de frango com catupiry, Mini ravióli de 5 queijos ao creme de tomate, Risoto de abobora com carne seca, Risoto de mignon com limão siciliano, Bobo de camarão na moranga.
ESTAÇÃO DOS MORTOS VIVOS PONTO FIXO
Mini cheesburguer, Mini chilli (carne desfiada picante com queijo cheddar), Quesadilha de brie e emmenthal com pimenta e cebola.
ESTAÇÃO DE SOBREMESAS PONTO FIXO
Brigadeiro de colher, Doce de abobora com sorvete de nata, Cheesecake de chocolate, Mousse de banana com crocante, Cup Cake de cenoura com chocolate.
Os convites individuais, cujo valor inclui bebidas e alimentação, podem ser adquiridos no restaurante.

Serviço
Halloween
Dia: 01 de novembro 2013 a partir das 22h

Local: Estação Jardim – Rua das Bandeiras, 166 – B.Jardim – S.A.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Cácia Goulart estreia texto inédito, no Brasil, da obra de Tolstói: A Morte de Ivan Ilitch

Após cinco anos em cartaz com o bem-sucedido Bartleby, baseado na obra de Herman Melville, a atriz Cácia Goulart retorna aos palcos com projeto autoral e inédito. A Morte de Ivan Ilitch, adaptada do clássico homônimo do autor russo Liev Tolstói, estreia em São Paulo dia 30 de outubro com uma delicada e contundente reflexão sobre vida e morte.

Ao mobilizar um aparato literário sofisticado em torno da trajetória patética de um homem mediano, tornado moribundo no auge da sua ascensão, Cácia Goulart coloca em movimento um assombroso exame de consciência que põe por terra toda a farsa que reveste e sustenta a representação social e ontológica que temos de nós mesmos.

Cácia Goulart: Para um tempo em que falar da morte é obsceno e improdutivo
A Morte de Ivan Ilitch, de Tolstói
Foto: Cacá Bernardes


Para a atriz, a triste figura de Ivan Ilitch se impõe e se atualiza como o reflexo espectral do homem contemporâneo. Porque o imperativo burguês triunfou em proporções planetárias, e o homem aí produzido se instituiu, se reproduziu e foi naturalizado. É a este homem,  portanto, alojado em cada um de nós, que Ivan Ilitch insiste em provocar, exortando-nos pelo seu testemunho de moribundo, a uma tomada de consciência radical sobre a vida que nos foi legada e sobre a que pretendemos legar.



Cácia Goulart

Ao longo dos seus 15 anos de carreira, a atriz Cácia Goulart tem se destacado por desenvolver uma proposta que associa literatura à expressão teatral, trazendo à tona os temas mais pungentes da condição humana. Assim foi com Bartleby, de Herman Melville, sucesso de crítica ao longo dos cinco anos em que esteve em cartaz em diversas salas brasileiras, e que rendeu à Cácia indicação ao Prêmio Shell/SP de melhor atriz, em 2008.

Agora, pela primeira vez em trabalho solo, Cácia Goulart redescobre em outro clássico literário tema e abordagem que tocam de perto o homem do nosso tempo. Tão de perto, aliás, e tão incômodos, que não se tem feito mais do que interditá-los, condenando-os à uma zona de silêncio e de cinismo: o nosso tempo é relutante em admitir a própria finitude, morrer ou falar da morte é “improdutivo”. Disposta a tratar honestamente da questão, tocando nesse calcanhar de Aquiles da pretensa autossuficiência do homem contemporâneo, Cácia se desdobra na atuação, direção e dramaturgia do novo espetáculo, A Morte de Ivan Ilitch, baseada no clássico homônimo do escritor russo Liev Tolstói a partir da tradução de Boris Shnaiderman. O mais famoso moribundo da literatura universal vem então se juntar à galeria de homens infames que a atriz costuma dissecar nos palcos.

A montagem de A Morte de Ivan Ilitch, por Cácia Goulart

Em 2010, após velar a mãe por dois meses em seu leito de morte, vítima de um câncer na vesícula, Cácia viveu uma experiência que a fez questionar profundamente o absurdo de sermos para a morte. Durante o luto, releu a obra de Tolstói. Agora, aos 45 anos, idade que coincide com a morte do personagem Ivan Ilitch, a atriz traz para o processo criativo a sua própria narrativa, emoldurada nos embates desencadeados pela abordagem da obra. Traz também suas paisagens internas, constituídas por uma Minas Gerais ambígua, eloquente e ao mesmo tempo gótica, similar, simbologicamente, à Rússia descrita por Tólstoi.

Nesta livre adaptação dramatúrgica feita na parceria entre a atriz e o também ator Edmilson Cordeiro, o espetáculo se serve de dois planos paralelos e complementares: o primeiro é o da atriz em cena, enunciando as bases da trama ou jogo cênico em vias de armar-se, sinalizando com habilidades e recursos narrativos a contextura de uma história que se desenrola. O segundo plano, solidário ao primeiro, desemboca na figura de Ivan Ilitch posta em cena por força da interpretação.

Com cenário intimista de André Cortez, figurinos de Marina Reis e iluminação de Lúcia Chedieck, a plateia é convocada a participar das mais sutis pulsações do embate decisivo entre vida e morte na alma humana. O adensamento do clima e as nuances poéticas e humorísticas se desenrolam num universo em preto e branco, evocando um filme noir que imprime o tom de mistério à falência de uma vida controlada, destituída do colorido de uma vida plena. A música original composta por Marcelo Pellegrini sustenta e pontua a estrutura dramatúrgica, arrematando a ambiência do espetáculo.
           
Imortalidade da obra

A novela A morte de Ivan Ilitch, de Liev Tolstói (1828-1910), é considerada universalmente a mais perfeita obra do gênero do século XIX. Publicada no ano de 1866, a obra disseca a alienação burguesa emergente na Rússia do final do século XIX e a profunda cisão entre o homem e a sua essência, decorrente da reificação avassaladora de um sistema que barganha liberdade por bens materiais, e que perdura até os dias de hoje na sua plena potência literária.

Segundo Boris Schnaiderman, cuja tradução para o português serve de base para a livre adaptação do espetáculo, trata-se de uma dessas obras que convidam à veneração, ao lado de Sonata a Kreutzer, Anna Kariênina e Guerra e Paz, outras três obras-primas do gênio russo.
           
Cácia Goulart

Atriz formada pelo INDAC, atuou nos seguintes espetáculos: “O Abajur Lilás ou uma Medeia Perdida na Augusta”, dir: Joaquim Goulart; “Dissidente”, de Michel Vinaver; Dir: Miriam Rinaldi; “Bartleby”, de José Sanchis Sinisterra; dir Joaquim Goulart; Edmond, de David Mamet, direção de Ariela Goldmann; BR3, de Bernardo de Carvalho, direção de Antonio Araújo (Teatro da Vertigem); Navalha na Carne, de Plínio Marcos, direção de Joaquim Goulart; Quando as Máquinas Param, de Plínio Marcos, Dir. Joaquim Goulart; Cegonha, Avião... Mentira, Não!, premiado musical infantil com direção de Joaquim Goulart; Histórias Para Cantar, Dir.André Guerreiro Lopes; O Anti-Shakespeare, com direção de Marco Antonio Braz; Tróilo e Créssida de Shakespeare com direção de Paula Coelho; Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, com direção de Marcos Antunes; Sombras de Nelson Rodrigues, com direção de Hélio Cícero; Casos de Família, com direção de Marco Antonio Pâmio.
-Indicação Prêmio Shell 2008/SP:Melhor Atriz/Bartleby
-Indicação Prêmio Shell 2003/SP:Melhor Atriz/Navalha na Carne

SERVIÇO
Espaço Redimunho de Teatro
Rua Álvaro de Carvalho, 75 (Próximo ao metrô Anhangabaú)
Quando: de 30 de outubro a 07 de dezembro de 2013
Quarta à Sábado às 20h
Telefone: (11) 3101.9645
Ingressos serão vendidos com 02 horas de antecedência na bilheteria do Teatro (quarta à sábado)
Valor: R$20,00 e R$10,00 (meia)
Lotação: 50 espectadores
Dinheiro ou cheque

FICHA TÉCNICA
A Morte de Ivan Ilitch
De: LIEV TOLSTÓI
Livre adaptação a partir da tradução de BORIS SHNAIDERMAN- Editora 34
Dramaturgia: EDMILSON CORDEIRO e CÁCIA GOULART
Direção e atuação: CÁCIA GOULART
Assistente de Direção: INÊS ARANHA
Cenografia: ANDRÉ CORTEZ
Desenho de Luz: LÚCIA CHEDIECK
Música original: MARCELO PELLEGRINI
Figurinos/Visagismo: MARINA REIS
Fotografia: CACÁ BERNARDES
Idealização: CÁCIA GOULART
Realização: NÚCLEO CAIXA PRETA DA COOPERATIVA PAULISTA DE TEATRO

* O projeto venceu o edital de produção e temporada de espetáculos inéditos do ProAC 2012, por meio da Cooperativa Paulista de Teatro.


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