quinta-feira, 7 de julho de 2016

NÓ(S)”, espetáculo que mostra as diferentes maneiras de se mover e se relacionar, chega ao ABCD

“Nó” : “ligamento, conectivo, questão, teorema, sentido, capítulo, alimento, seriedade, momento, peso, repercussão, contratempo, resistência, questão delicada”. Todos esses significados são pontos de partida para a o espetáculo “NÒ (S)”, que chega a São Bernardo do Campo, no dia 10 de julho de 2016, às 19h, Domingo,  (Centro Cultural Baeta Neves/CLAC – Centro  Livre de Artes Cênicas), e em Diadema no dia 10 de agosto de 2016 , às 20h (Teatro Clara Nunes). O espetáculo tem ENTRADA FRANCA integra o projeto “Temporalidades” e foi contemplado Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo.


Espetáculo com recursos multimídia e projeções de vídeo interagindo com os artistas no palco, foi concebido pela bailarina e coreógrafa Tatiana Melitello e pelo bailarino e ator Pablo Perosa, a obra coreográfica desdobra-se por entrelaçamentos e desentrelaçamentos; proximidades e distanciamentos; sobreposições, convergências e divergências de tempos. NÓ(S) é uma composição coreográfica encenada por um homem e uma mulher em estado de permanente tensão e relações de força tendo como base de sustentação e apoio a gravidade.



“A tensão apresentada pelos intérpretes criadores refere-se às proximidades e distanciamentos dos corpos, ao dinamismo e a gravidade provocados pela relação entre eles” explica Tatiana Melitello. “O espetáculo constrói temporalidades que se tornam concretas por diferentes maneiras de se mover e se relacionar”, completa a balarina.

Coreografias abordam o Tempo
O espetáculo é propositalmente dividido em três momentos distintos para que a construção do tempo possa emergir de diferentes maneiras. As coreografias foram realizadas de modo processual. A partir de diversas referências coletadas e compartilhadas, Tatiana e Pablo compuseram juntos a ideia do que os fazia mover em cada ‘capítulo’.  Partiram, também, de questionamentos conceituais, como: quais ideias de tempo essa coreografia poderia abordar? Como criar tempo em cada cena? Qual a tensão necessária para um equilíbrio dinâmico? “Toda a concepção desse trabalho partiu e se desenvolveu com a ideia de abordar a questão do tempo. Todas as referências tratam de tempo. Para este espetáculo o tempo, esse elemento tão abstrato, apenas se concretiza pelas relações. As Temporalidades, como a repetição, a memória, a defasagem, o uníssono e a gravidade (espaço-tempo), são fatores que trabalhamos nesse espetáculo”, afirma Tatiana.


Fotos: Edson Kumasaka

As coreografias também foram elaboradas a partir de diversas referências, tais como, o livro Seis Propostas Para o Próximo Milênio do autor Ítalo Calvino, a Peça Coração de Heiner Muller, o filme japonês Dolls de Takeshi Kitano, as obras Early Works da coreógrafa Trisha Brown, a coreografia Fase de Anne Teresa De Keersmaeker.

Ficha Técnica

Direção, Criação e Interpretação: Tatiana Melitello e Pablo Perosa Trilha Sonora: Marcelo Castilha Vídeo-Imagem: Marcelo Castilha e Elisa Damazio Operação técnica:  Vinícius Andrade Artistas Colaboradores: Peti Costa, Vagner Rodrigues,Helena Bastos
Luz: Pablo Perosa e Clara Rubim Fotografias e Design Gráfico: Edson Kumasaka
Produção local: Gustavo Engracia Divulgação: Elisa Damazio e Tatiana Melitello Assessoria de Imprensa: 7 Fronteiras Comunicação






Serviço – “Nó(S)” – Classificação: 14 anos

Dia 10 de julho – (domingo) às 19h - SÃO BERNARDO DO CAMPO
Local: Centro Cultural Baeta Neves / CLAC –Centro Livre de Artes Cênicas
Rua: Praça São José, 240 – Baeta Neves – São Bernardo do Campo – SP
Ingressos: gratuito

Dia 10/08 (quarta-feira) às 20h - DIADEMA
Local: Teatro Clara Nunes - Rua Graciosa, 300 – Diadema
Ingressos: gratuito



terça-feira, 5 de julho de 2016

Guarulhos recebe loja do Buddy - loja oficial de Carlo's Bake Shop em festival de chefs de rua

Nos dias 9 e 10 de julho a cidade de Guarulhos receberá mais uma edição do Donna Gourmet Food Truck Festival, um evento de comida de rua ao ar livre e realizado pela Vegus Construtora e Incorporadora.  A entrada é gratuita para o festival que acontece das 12h ás 22h, na rua Dona Tecla, 568, ao lado do plantão de Vendas do The Gate, empreendimento residencial da Vegus, em Guarulhos/SP.   O Donna Gourmet Food Truck Festival é organizado pela Agito Food Truck.

São mais de 60 opções de doces e salgados, para satisfazer todos os gostos. A novidade fica por conta da participação da Loja do Buddy - A linha oficial de produtos da Carlo’s Bake Shop, famosa marca da confeitaria do apresentador e confeiteiro Buddy Valastro. Lá, os fãs brasileiros encontrarão uma série de produtos limitados e autografados pelo próprio confeiteiro, em sua passagem pelo Brasil no ano passado. São camisetas, bonés, aventais e canecas personalizadas.


Foto: Divulgação.


Confira abaixo a lista completa dos food trucks confirmados no evento:
Food Trucks Confirmados:

√ Mocotó Aqui!
√ Holy Pasta Food Truck 
√ Buzina Food Truck 
√ Kombosa Shake
√ Komblue: 
√ Firoco Drinks
√ MaCherie: 
√ Crepe na Rua
√ La Buena Station
√ Box da Fruta: 
√ La Patatine: 
√ Buzios Food Bike: 
√ Die Beckers: 
√ Barlivieri's: 
√ Box da Fruta: 
√ Doce de Bike: 

Serviço:
Donna Gourmet Food Truck Festival
Dias 09 e 10 de julho 

Horário: das 12h às 22h
Rua Dona Tecla, 668 – Guarulhos/SP
(A rua do Shopping Parque Maia)
Entrada Gratuita

 

Sobre a Vegus:
Desde 1997 no mercado, a Vegus conta com mais de 8 mil unidades comercializadas. Com total conhecimento do mercado onde atua, a Vegus projeta e realiza empreendimentos de grande porte que contemplam as reais necessidades de seus moradores. Experiência, trabalho e seriedade regem os métodos de atuação de cada empreendimento planejado e entregue. Um dos compromissos da incorporadora é prestar serviços personalizados, com a mais ampla dedicação profissional e respeito ao cliente.
Mais informações em http://www.vegus.com.br/

Rogério Vilela leva Despedida de Solteiro ao Teatro APCD

Fenômeno da internet, Rogério Vilela está de volta aos palcos trazendo seu mais novo show de stand-up comedy,Despedida de Solteiro. O espetáculo tem única apresentação dia 8 de julho, sexta-feira, às 21h30, no Teatro APCD. O artista mostra uma visão moderna sobre casamento, namoro e a solteirice. O show ainda estende as piadas ao vício das redes sociais e relacionamentos descartáveis de maneira divertida e bem-humorada.

Criador do Mundo Canibal, um dos maiores sites de animações da internet e referência do humor politicamente incorreto, Rogério Vilela tornou-se fenômeno da internet, com mais de 400 milhões de visualizações no YouTube.

Sobre o artista
Rogério Vilela começou sua carreira artística ao publicar tiras de quadrinhos na imprensa de São Paulo.
Além de humorista, ele é roteirista, desenhista, ator, dublador e já trabalhou como apresentador em programas de comédia em rádios e TV.


Foto: Divulgação.



Serviço
Despedida de Solteiro. Dia 8 de julho, sexta-feira, às 21h30 no Teatro APCD. Rua Voluntários da Pátria, 547, Santana (próximo ao metrô Tietê). Bilheteria: de quarta a sábado, das 15h às 22h; domingo, das 15h às 20h. Telefone: (11) 2223-2424.Classificação: 14 anos. Duração: 60 minutos. Capacidade: 800 lugares. Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 20 (sócios e funcionários APCD).

ASSESSORIA DE IMPRENSA -
Arteplural Comunicação - 11.3885-3671 
Fernanda Teixeira - 11. 99948-5355
Diogo Locci - 11. 99906-0642
Luciana Cassas - 11.94014-0925
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Gavião de Duas Cabeças estreia na Funarte

Andreia Duarte, atriz e idealizadora do espetáculo Gavião de Duas Cabeças morou durante cinco anos, entre 2001 e 2005, na comunidade indígena Kamayura, no Alto Xingu, em Mato Grosso.  Estando lá, criou e organizou escolas, assessorou projetos, escreveu livros. Fora da aldeia, a atriz manteve seu interesse pelo tema e realizou palestras, aulas, exposição, contação de histórias, sempre sobre a temática. A amizade e afeto por esse universo fez brotar nela o desejo estético de falar da invisibilidade social indígena e, durante o processo de criação, uma necessidade cada vez mais política.

Por meio de um olhar poético, ético e de resistência, Andreia Duarte, sob direção de Juliana Pautilla, estreia Gavião de Duas Cabeças na sala Renèe Gumiel, na Funarte (Alameda Nothmann, 1058, Santa Cecília, São Paulo). A peça, contemplada pelo edital Cena Aberta, fará temporada de 5 a 10 de julho de 2016 e traz uma voz crítica à questão do genocídio indígena no Brasil atual.

O mito do gavião de duas cabeças é sobre um pássaro que devora o espírito indígena, que sobrevive mesmo depois da morte do corpo. Se o gavião mata o espírito, este é esquecido. Essa metáfora norteia a montagem do espetáculo em que a atriz empresta seu corpo como um documento oral-visual de resistência poética. Em cena, figuras opostas aparecem: uma representante do agronegócio, uma mulher indígena, a atriz questionando a sua própria experiência. O público é chamado a ver-ouvir um genocídio validado por discursos hegemônicos e por leis que infringem os direitos adquiridos dos povos indígenas. Há uma percepção da alteridade: é possível nos colocarmos no lugar do outro?

Foto divulgação.


A peça traz elementos de uma teatralidade contemporânea, unindo performance e teatro, entendendo que o ato estético é, em si, político. A dramaturgia traz um olhar sobre o índio, em seu lugar humano político. Os discursos trabalhados são reais, atuais e sociais que permeiam esse universo no Brasil. De um lado o discurso ruralista, de outro o indígena e ainda o da atriz que viveu ambos os contextos, o urbano e o indígena.

Trata-se de um espetáculo-performance-experiência, autobiográfico, imprescindível 
para falar de dois encontros necessários na perspectiva da alteridade: tanto o encontro feito pela atriz há 16 anos com os índios Kamayura do alto Xingu, quanto o encontro de agora, com o público, que é sensibilizado a questionar sua posição perante esse tema tão urgente. A partir da voz da atriz, que teve uma experiência real e profunda na aldeia, há uma percepção do público de como ser possível nos colocarmos no lugar do outro. A dramaturgia opta por um olhar atual sobre o índio, em seu lugar humano, político, escapando da imagem do pitoresco e do exótico.

Sinopse

O mito do gavião de duas cabeças (um pássaro que devora o espírito indígena, que sobrevive mesmo depois da morte do corpo. Mas se o gavião mata o espírito, esse é esquecido) norteia a montagem do espetáculo Gavião de Duas Cabeças. A partir dessa imagem de morte e genocídio, a peça costura discursos atuais a partir da experiência pessoal da atriz, que empresta seu corpo e sua voz como documento oral-visual de resistência poética. Os discursos encenados são reais e permeiam a atual realidade política e social brasileira: de um lado o discurso ruralista, de outro o indígena e ainda o da atriz que viveu ambos contextos, o urbano e o indígena.

Histórico da montagem
A atriz Andreia Duarte teve a oportunidade em 2001, aos 21 anos, de morar na aldeia Kamayura no Xingu com a ideia de estudar a corporeidade indígena para o teatro visando a criação futura de um espetáculo. Entremeio à continuidade dessa pesquisa na área teatral e pedagógica, o projeto inicial torna-se realidade, dezesseis anos depois.

A parceria com a diretora Juliana Pautilla acontece desde 2010 em diversos outros processos de criação e investigação teatral. Para essa montagem, que começou a ser criada em agosto de 2015, as artistas investiram no aprofundamento das suas pesquisas artísticas e acadêmicas, em corpo e política, motivadas por temas e questões que envolvem a invisibilidade social, mais especificamente a questão indígena.

No processo de montagem a dupla iniciou novas parcerias com profissionais de diferentes áreas (vídeo, música, direção de arte) e optam por concretizar o trabalho a partir de mostras working progress – sem financiamento direto – em espaços diversos como  o “Primavera nos Museus” (Tiradentes/MG), Espaço Esquyna (BH/MG), Funarte (SP) e no formato de cena no Festival Breves Cenas de Manaus (AM).

Em 2016, a montagem é contemplada pelo Edital Cena Aberta da Funarte, e faz uma mostra aberta do processo, com debate aberto ao público, no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, no mês de abril.

Currículo das criadoras

ANDREIA DUARTE é atriz, pesquisadora, professora em artes cênicas. Morou cinco anos no Parque Indígena do Xingu e aprofundou essa experiência nos processos de formação e criação no campo da atuação teatral. Realizou produções em cena, mestrado em Teatro na Escola de Belas Artes da UFMG e formulou procedimentos de criação e ensino. O corpo e a experimentação em linguagens diversas sempre estiveram presentes na sua formação e experiências teatrais. Atuou, realizou workshops e demonstração de trabalho em diversos Festivais: Belo Horizonte, Ouro Preto, Diamantina, São João Del Rey, Ouro Branco etc (Minas Gerais), Le Manifest (França) , Miteu (Espanha), Orbictus Pictus (França), Breves Cenas – (Amazonas), Ribeirão Preto, São Paulo (São Paulo) etc. Realizou formações de teatros em projetos de extensão universitária, em formações de professores, escolas, estágio docência na UFMG e com grupos teatrais . Como atriz participou em “Você Tem Fome de Que?” (dir. Lenine Martins – Galpão Cine Horto), “As Carnes Mais Baratas do Mercado” (I Festival de Performance de Belo Horizonte), performance no espetáculo “OFF ON – 4 peças curtas de Samuel Beckett” (dir. Adriano e Fernando Guimarães), “Mais Alto que a Lua” e “Ode Marítima” (Teatro da Figura); “A Filosofia na Alcova”, “Bira e Bedé” e “O Quadro de Todos Juntos” (Pigmalião Escultura que Mexe), a performance "É preciso nos Tornarmos Vermelhos" no evento "Insurreição" (Biblioteca Mário de Andrade), entre outros.

JULIANA PAUTILLA é artista cênica, educadora teatral e pesquisadora. Mestre em Artes (UFMG/2013) com pesquisa em Teatro Físico e interculturalidade, junto ao grupo checo Farm in the Cave. Especialista em Sistema Laban-Bartenieff (Faculdade Angel Vianna/2015), graduada em música (UEMG/2010), com pesquisa sobre gesto e som no Cavalo Marinho Pernambucano. Tem estudo e prática com ênfase em educação nas artes do corpo e teatro, processos de criação do ator-bailarino em teatro físico, corporalidade-musicalidade, poéticas do corpo nas trocas culturais. Tem constante atuação como diretora, preparadora corporal, musicista e atriz, colaborando com artistas da área da dança, do teatro e da música. Indicada duas vezes como melhor diretora em Belo Horizonte (prêmio 10º Usiminas-Sinparc e 1º Copasa-Sinparc) pelos espetáculos “Ode Marítima” (2012) e “Se essa rua fosse minha” (2014). Em 2015, trabalhou como assistente de direção de Rodolfo Vaz e preparadora corporal no espetáculo “Janeiros” (grupo Carroça de Mamulengos), como atriz convidada do espetáculo “Os Ancestrais” do grupo Teatro Invertido (Direção Grace Passô) e como dramaturga e diretora de atores do espetáculo “Nós Sobre Nós” (Valores de Minas 2015). Dirigiu ainda “Zanzar” (Valores de Minas 2014), “Mais Alto que a Lua” (Pé na Rua do Galpão Cine Horto, 2011), “Sua Cabeça é a Lei de Mac” (2010). Já se apresentou em festivais nacionais e internacionais, na Colômbia, em Malta, Itália e Alemanha.

Ficha Técnica

Idealização e Atuação: Andreia Duarte
Direção e Preparação Corporal: Juliana Pautilla
Dramaturgia e cenografia: Andreia Duarte e Juliana Pautilla
Criação e Operação de Luz: Fernanda Guedella
Trilha Sonora: Carlinhos Ferreira
Criação de Vídeos: Natália Machiavelli
Figurino Índio: Jonathan Horta e Morgana Marla
Direção de Arte e Produção de Arte: Alice Stamato
Registro em Vídeo: Robson Timóteo
Fotografia: Fernanda Procópio e Flávia Altenfelder.
Criação Gráfica: Daniel Carneiro
Produção: Andreia Duarte e Juliana Pautilla
Produção de Projetos: Henrique Carsalade
Produção Executiva: Flavia Servidone

Serviço

Gavião de Duas Cabeças
Sala Renèe Gumiel – Complexo da Funarte
Alameda Nothmann, 1058. Santa Cecília, São Paulo / Metrô Santa Cecília
Telefone de informações ao público: (11) 3662-5177
De 05 a 10 de julho de 2016 (terça a domingo), sempre às 20h.
Recomendação: 14 anos
Duração: 50 minutos
Mais informações sobre o trabalho:
Entrada gratuita – ingressos retirados com meia hora de antecedência


Informações à imprensa
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques - Fones: 11 2914 0770 | Celular: 11 9 9126 0425
Daniele Valério - Celulares: 11 9 6705 0425 | 9 8435 6614

terça-feira, 28 de junho de 2016

Plebe Rude toca repertório do clássico "O Concreto já Rachou" no SESC Santo André

A Plebe Rude esteve presente no epicentro das mudanças que formaram a história moderna brasileira. Formada em Brasilia no ano de 1981, a banda contribuiu muito para o surgimento da cena do rock brasileiro nos anos 80 e há 30 anos lançava seu álbum mais importante: O Concreto já Rachou.

O conteúdo de suas letras politizadas e a sonoridade pós-punk deu voz à juventude brasileira durante as Diretas Já, a Anistia e a redemocratização do país. Nesse show, os componentes originais Philippe Seabra e Andre X, mais Clemente Nascimento e Marcelo Capucci tocam todas as músicas do clássico álbum, além de outros sucessos da banda.

Foto: Divulgação.



SERVIÇO
Plebe Rude – O Concreto Já Rachou
Data: 01/07/2016
Local: SESC Santo André
R. Tamarutaca, 302
Santo André-SP

Locais de venda:
Bilheterias do SESC

Valores dos ingressos: 
Comerciários - R$ 6,00
Estudantes e aposentados - R$ 10,00
Inteira - R$ 20,00


Sobre a Plebe Rude

A banda de rock formada em 1981, em Brasília, começou se destacando no meio punk-rock por volta de 1982, numa época em que a efervescência roqueira da capital federal era grande. Intitulado “O Concreto Já Rachou”, o primeiro disco do grupo foi lançado em 1985, às vésperas da abertura política do país, em um período de redemocratização. O segundo álbum, “Nunca Fomos Tão Brasileiros”, surgiu no contexto da criação da nova Constituição, em 1988.

No terceiro disco, homônimo, a banda buscou explorar as raízes brasileiras, criando o embrião do forró-rock, que teve seu ápice anos depois com os Raimundos. Antes de darem uma pausa na carreira em meados da década de 90, o grupo ainda lançou o quarto disco, “Mais raiva do que Medo, de 1993”.

A Plebe Rude retornou às atividades em 2000, com o álbum ao vivo “Enquanto a Trégua Não Vem”. Quatro anos depois, o guitarrista Clemente Nascimento, da banda Inocentes, passou a integrar o grupo, trazendo um estilo mais punk agressivo ao quinto álbum de estúdio, “R ao Contrário” (2006). Cinco anos depois, a banda lançou um novo disco ao vivo, “Rachando Concreto”, ao vivo em Brasília. Há dois anos, a banda lançou o álbum “Nação Daltônica” e segue tocando pelo pais em comemoração aos 30 anos de seu álbum de estreia. 

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Estações da CPTM recebem forró a partir do dia 29/06

Projeto 'Espalha Brasa' valoriza a cultura nordestina em São Paulo
São Paulo é a maior cidade nordestina do Brasil fora do Nordeste. Aqui vivem muitos forrozeiros que ainda lutam e defendem o forró autêntico, segundo levantamento  realizado pelo Projeto Espalha Brasa. Com o passar do tempo, pelo modismo e também pelas novas tendências musicais, o forró tradicional perde espaço na mídia e nas contratações para o forró eletrônico e demais estilos que estão em evidência. 
Por conta deste cenário, surgiu o projeto 'Espalha Brasa', idealizado por Zé Geraldo, produtor cultural, pesquisador e radialista, para resgatar, preservar e divulgar o forró tradicional por meio de shows gratuitos, debate, programas de rádio e da 'Forroteca Espalha Brasa', novo projeto de estímulo à leitura em bibliotecas que mescla forró com  literatura.
Foto: Divulgação. Trio Amizade
 
Ao longo dos últimos anos o Espalha Brasa já realizou ações com os nomes mais importantes do forró tradicional, como Edson Duarte e Tiziu do Araripe em temporada no SESC, Anastácia, Trio Nordestino, os 3 do Nordeste, Trio Sabiá, dentre outros. 
Este ano o projeto leva 24 trios de forró tradicional para apresentações gratuitas nas estações da CPTM. Serão ao todo 24 horas de forró. O projeto é patrocinado pela Prefeitura de São Paulo através do Programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais), e conta também com outras duas ações: a gravação de 40 programas de rádio Espalha Brasa, hoje já veiculado na web rádio Mano Véio Mano Novo e nas rádios UFSCar e  Taperoá FM, e uma mesa de debate para o próximo semestre com produtores de forró e forrozeiros de São Paulo para aprofundar o diálogo sobre o cenário atual das produções visando fortalecer a presença do forró na cena cultural da cidade.

Foto: Divulgação. Bernadete França 

O Programa VAI é uma iniciativa da Prefeitura de São Paulo que tem o objetivo de apoiar financeiramente atividades artístico-culturais na cidade, fomentando e desenvolvendo o segmento cultural e, por consequência, oferecendo aos cidadãos novos horizontes.
A estação Brás da CPTM receberá a primeira apresentação no dia 29/06,  dia de São Pedro, um dos santos do “São João”, com forrozeiros especiais: Trio Amizade e Bernadete França, na estação Brás da CPTM. 
Trio Amizade 
O trio foi fundado por Nonato Araripe em 2012, surgiu no cenário forrozeiro na Zona Leste de São Paulo. Nonato, Geraldo Brito e Maurinho formam o trio que em 2015 misturou samba com forró no carnaval paulista quando desfilou no carro abre alas da Imperador do Ipiranga e repetiram o feito em 2016 na Acadêmicos do Tucuruvi.
Bernadete França 
Bernadete França nasceu em Rio Tinto, no estado da Paraíba, caçula de nove filhos de uma familia simples. Aos seis anos de idade, cantou sua primeira música, o xote 'O Cheiro da Carolina' de Luiz Gonzaga. Com o acordeonista Walldo Lima apresenta o show Tributo a Marinês: a Rainha do Xaxado. Neste ano, recebeu convite do diretor musical Paulo Fedato e do produtor Renato Figueiredo gravou a música "Frevo Mulher" para a novela Escrava Mãe, da Rede Record de Televisão.



Espalha Brasa - Estação Brás da CPTM 
Dia 29 de Junho de 2016
Endereço: Rua Domingos Paiva, 224 - Brás - São Paulo. 
Shows: Trio Amizade a partir das 16h30.
Bernadete França a partir das 18h.
Evento Gratuito dentro da estação CPTM 

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Don Ernesto Guevara apresentou seu novo show ontem no Giramundo

Noite agradável ontem no Giramundo São Bernardo com o show do cantor Ernesto Guevara. Repertório escolhido a dedo e interpretado com muito talento e simpatia. Casa lotada de convidados, amigos, admiradores e imprensa.


Foto: Vanessa Cimino da Paz.

Prestes a completar 20 anos de carreira, Don Ernesto Guevara apresenta o novo show “Cantigas
Singelas”. A maturidade artística adquirida nesses anos todos trás um intérprete mais solto, equilibrado e feliz. “Me sinto assim mesmo, menos ansioso com o que há de vir, muito agradecido pelo que já passou e curtindo muito o momento atual”.



Foto: Vanessa Cimino da Paz.


Com um repertório escolhido fundamentalmente por Don Ernesto, o show contempla a trilha sonora de sua carreira. “Fiz uma seleção das canções que me acompanharam nesses anos todos de produções de espetáculos, foram mais de 15 shows, podemos colocar por baixo umas 150 cantigas, escolhi as mais singelas, na verdade as que me deram mais prazer em cantá-las.”



Foto: Vanessa Cimino da Paz.

Com releituras de Chico Buarque, Lulu Santos, Paralamas, Hildon, Cassiano, Tim Maia, Cazuza Caetano e Kleiton e Kledir o show carrega a alegria contagiante de diversos hits que marcaram época no cenário musical do país. “Procuramos elaborar releituras com cuidado, é muita responsabilidade mexer com esses caras e suas obras, mas sempre colocando não só a minha cara, mas também a cara da banda, o resultado ficou interessante cheio de soul, rock, baladas, drum and bass.”


Foto: Divulgação.


Banda
A banda formada por um quarteto impressiona não só pela qualidade, mas pelo currículo, Xinho Rodrigues produtor musical e baixista da cantora baiana Vânia Abreu. Marco da Costa também produtor musical e baterista de diversos nomes da MPB, como Maria Rita a qual produziu em parceria com Tom Capone seu primeiro Cd. Leandro Neri pianista com experiência em acompanhar diversos artistas consagrados como o grupo Quinteto em Branco e Preto e Edu Hopper guitarrista de puro talento.

Marco Da Costa/ Bateria -- Xinho Rodrigues/ Contra Baixo-- Leandro Neri/ Piano e Teclados—

Edu Hopper/Violão e Guitarra

“Privilégio tocar com esses músicos, o Xinho Rodrigues e o Leandro Neri já estamos juntos desde o  primeiro show em 1997, o Marquinhos é um monstro de baterista e um produtor musical fantástico e
o Edu é o mais recente na nossa história, um musico espetacular e talentoso demais.”

Show Data: 21/06/2016

Horário: 20h00

Local: Saguão do Teatro Municipal de Santo André

Entrada: Gratuita -- Estacionamento: Gratuito

Show 2 Data: 22/06/2016

Horário: 20h00

Giramundo São Bernardo (Rua Olegário Herculano, 235) Tel. 011 4125 5374/11 4337 1163

Entrada: R$ 20,00

Estacionamento: n/c

Produção executiva:

Lu Carvalho/ 11 99582 6078
luvoxcarvalho@gmail.com