terça-feira, 21 de junho de 2016

"Modos de Existir"

O Modos de Existir é um projeto voltado à dança, realizado pelo Sesc Santo Amaro desde 2012. Sua sexta edição acontece de 21 a 25 de junho 2016 e reúne, em quatro dias de evento, companhias, artistas, pesquisadores e editores de oito estados brasileiros – Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo – além do Distrito Federal, para juntos pensarem, discutirem e fruírem os vários modos da dança existir e habitar o espaço cultural. Serão 22 atividades, dentre espetáculos, intervenções, bate-papos, workshop, lançamentos e feira de livro realizadas na unidade e no entorno dela, nas ruas e praças do bairro Santo Amaro, em São Paulo.

Em 2016, o tema do Modos de Existir são as Publicações de Dança, e segundo o coordenador do projeto e curador Marcos Villas Boas “o objetivo é mapear, no país inteiro, o fluxo crescente de ocupação da dança em várias e diferentes plataformas, sejam reais, virtuais, digitais ou impressas. A cena agora é ocupada não só no palco, nas ruas ou em vídeos, mas está nas universidades, em teses de mestrado, doutorado, nos livros,  em publicações digitais. São maneiras da dança também existir”. Marcos divide a curadoria com a coreógrafa e pesquisadora em dança Sigrid Nora, de Caxias do Sul (RS).

Uma novidade importante nessa edição, em relação aos anos anteriores: ao enxergar a importância de ter o registro do que é feito em dança, o SESC SP fará o lançamento de uma plataforma com todo o material já documentado e que continuará a ser alimentado a cada módulo no Portal SESCSP – assim o conteúdo pregresso, informações de todos os Modos de Existir, desde o ano em que começou estará disponível. Foram cinco edições realizadas, cada qual com seu tema e abrangência (em 2012, Coletivos, em 2013, Parcerias e Colaborações, em 2014, Companhias, Grupos e Núcleos, em 2014, Solos e em 2015, Intervenções) e o site vai abrigar históricos, sinopses, fotos e textos de reflexões, surgidos a partir das provocações dos encontros nesses anos de existência do projeto.

Cinco espetáculos, um a cada noite, estão pautados para o evento desse ano. A programação começa dia 21 de junho de 2016 com o carioca Afinal, O Que Há Por Trás da Coisa Corporal?, com Ana Vitória Dança Contemporânea; na sequencia vem Antonio Nóbrega em Com Passo Sincopado (22/06), Gustavo Ciríaco aporta em São Paulo com Viagem Redonda (23/06), assim como Cláudia Muller com Help! I Need Somebody (24/06), ambas produções vindas do Rio de Janeiro. De Florianópolis vem Lugar Nenhum, com o Ronda Grupo, dirigido por Zilá Muniz, também no dia 24 de junho.

Quatro intervenções, de um total de seis, acontecem no Calçadão da Rua Capitão Tiago Luz, no miolo do bairro de Santo Amaro: a performance daAnti Status Quo Cia de Dança, do Distrito Federal, de Gustavo Ciríaco, do Rio de Janeiro, dos paulistas Coletivo Cartográfico e do Núcleo Tríade, que também realiza a mesma ação no Sesc Santo Amaro.

Dois livros são o mote de duas Conversas Dançadas, intervenções que mesclam bate-papo e performance: a partir de "Arqueologia de Um Processo Criativo – Um Livro Coreográfico", Luciana Lara, com a Anti Status Quo Companhia de Dança de Brasília (DF), faz uma palestra-instalação, assim como Dani Lima (RJ) faz a partir de trechos do livro e do espetáculo "100 Gestos".

Cinco bate-papos estão previstos para acontecer no Modos de Existir em que o tema principal são as publicações em dança, nas diferentes plataformas. Assim sendo, artistas e pesquisadores discorrem sobre as relações entre a criação artística e a escrita sobre dança em Criações e Escrituras 1 e 2 - Operações colaborativas em dança (dias 21 e 24/06), editores de publicações de dança se encontram em Edições e Editoras - Perspectivas de Mercado(22/06), Comunicação em Rede - Publicação Digital põe foco nas publicações digitais (23/06) e Geografia de Fluxus  - De Olho na Produção Acadêmica(25/06), em que convidados de vários estados brasileiros se reúnem para discutir os periódicos acadêmicos de dança.

O que é escrever sobre dança? Para que? Para quem? Quais os modos? A escrita em/de/sobre/através da dança. Essas são algumas das questões que permeiam o curso A Escrita da Dança Como Plano de Experiência, com Thereza Rocha, de 23 a 25 de junho. Nessa oficina de produção textual, Thereza fala sobre os múltiplos planos de composição na cena contemporânea. Antes, dia 22 de junho, a Anti Status Quo Cia de Dança (DF) ministra o workshop Intervenção Urbana e Sacolas na Cabeça, em que a proposta é abrir ao público o conteúdo e os desdobramentos da pesquisa prática em dança que o grupo vem realizando sobre a relação corpo/cidade.

No sábado, dia 25 de junho, algumas das editoras e autores especializados em dança farão a exposição e venda de seus livros na área de convivência do Sesc Santo Amaro, além de lançarem novas publicações. E com a disponibilidade de todo o acervo, de todas as edições do evento, desde 2012, o público interessado poderá participar de uma vivência nos dias 24 e 25 de junho e criar uma seleção, a partir do índice de textos publicados no site, para montar versões customizadas de uma revista/jornal/livro impresso e assim criar sua própria publicação de dança.

MODOS DE EXISTIR//MÓDULO 6: PUBLICAÇÕES DE DANÇA
Espetáculos. Intervenções. Bate-papos. Workshop. Lançamentos. Feira de livro.

Espetáculos

Afinal, O Que Há Por Trás da Coisa Corporal?
Com Ana Vitória Dança Contemporânea (RJ)


Nesta performance-solo, a coreógrafa se exibe dentro de uma tenda criada pelo cenógrafo Sergio Marimba. Ana Vitória estabelece um diálogo com as artes plásticas, usando referências dos neoconcretistas, em especial de Lygia Clark (1920-1988). 
Teatro | 14 anos | R$ 17,00. R$ 8,50 (uuu). R$ 5,00 (ttt).
21/06. Terça, das 21h às 22h






Com Passo Sincopado
Com Antônio Nóbrega

Aula-espetáculo na qual Antônio Nóbrega explora as possibilidades e sentidos da síncopa (elemento rítmico que cria uma relação tensa entre os tempos fortes e fracos do compasso) para propor uma leitura da cultura brasileira, em que o artista apresenta a natureza e características do imaginário corporal popular brasileiro e o modo como esse imaginário, se articulando na constituição de uma linguagem brasileira de dança, sugere pistas e indicações para uma interpretação e compreensão do país. 
Teatro | Livre | R$ 17,00. R$ 8,50 (uuu). R$ 5,00 (ttt).
22/06. Quarta, das 21h às 22h30


Viagem Redonda
Com Gustavo Ciríaco (Rio de Janeiro/RJ)

Solo que condensa 20 anos de carreira e de vida, um pot-pourri de momentos e estratégias que seduzem o espectador a visitar o universo do artista. Um barco zarpa rumo ao horizonte e desse mesmo horizonte um dia ele retorna. Um termo marítimo, viagem redonda dá o nome a uma viagem inteira, um ir e vir, duas metades de uma mesma travessia. Aqui a viagem já se iniciou noutro porto. O aqui é o destino. É um mirante que acompanha um vir. Um homem que vem ao público se apresentar.  
Teatro | Livre | R$ 17,00. R$ 8,50 (uuu). R$ 5,00 (ttt).
23/06. Quinta, das 21h às 22h



Help! I Need Somebody
Com Cláudia Muller (Rio de Janeiro/RJ)


Help! I Need Somebody é um convite para o encontro, trazendo o foco para o coletivo temporário formado quando um número de pessoas configura o chamado público. Uma pessoa no escuro de uma plateia é a primeira imagem que surge quando se pensa, tradicionalmente, no espectador. Quais as implicações de retirar o público do lugar de invisibilidade? Mas, antes disto... Temos público? Onde ele está? Ele virá? Talvez seja preciso buscá-lo em sua casa sempre que alguém sinalize: “acho que vou assistir a este espetáculo”.Help! é uma criação povoada, um convite para juntos "perdermos tempo" (no melhor sentido desta expressão) com a produção de uma economia em que tempo não seja sinônimo de utilidade ou dinheiro, mas o entrelaçar de experiências (científicas ou não!).
Capacidade: 60 lugares.
Reservas/ingressos apenas pelo tel (11) 95488-2127 de 16 a 23/06 das 10 às 19h.
Local: Será informado no momento da reserva.
24/06. Sexta, das 21h às 22h | Livre | Grátis



Lugar Nenhum
Com Ronda Grupo (Florianópolis/SC)

A fundamentação da pesquisa de corpo partiu do cruzamento entre histórias pessoais, escritos de Gilles Deleuze e a improvisação como processo para desenvolvimento de material (prática de pesquisa do grupo desde 2005). O resultado desse encontro trouxe a inexistência de personagens e uma quantidade de lugares, situações e relações que constroem uma espécie de rede, um enigma provocativo. A dança que o grupo investiga explora a potencialidade das variações gestuais no mecanismo de um corpo articulado. Os temas particulares dos dançarinos surgiram como pretextos para essa exploração e, acima de tudo, desencadearam o desafio. Desta maneira, no lugar da representação complexa e simbólica, buscou-se a vertigem corporal de gestos. Através dos estímulos por jogos e tarefas, revelam-se estados de corpo e as sensações que estes estados evocam, constituindo a afirmação nostálgica da memória que permanece como parte da experiência vivida, intensificada ao ser deslocada para o aqui e agora. Direção Zilá Muniz. 
Teatro | 14 anos | R$ 17,00. R$ 8,50 (uuu). R$ 5,00 (ttt).
25/06. Sábado, das 20h às 21h


Intervenções

Rastros - Com Coletivo Cartográfico (SP)
ntegrante da série de performances - ações site-specific - que o Coletivo tem realizado desde o início de 2014, Rastros investiga as relações corpo-materialidades-cidades que deixam rastros temporários que testemunham por um tempo mais dilatado do que o do ato performativo, a memória de alguma ação humana coreográfica.
Local: Praça Floriano Peixoto/Calçadão da R. Capitão Tiago Luz - Santo Amaro.
21/06. Terça, das 10h30 às 15h30 | Livre | Grátis

Conversa Dançada com Dani Lima (RJ)

Misto de conversa e performance, a artista apresenta ao público trechos do livro e do espetáculo "100 Gestos". 
Local: Sala Múltiplo uso (térreo).
21/06. Terça, das 19h às 20h30 | Livre | Grátis

Sacolas na Cabeça - Com a Anti Status Quo Cia de Dança (DF)

Uma intervenção urbana em que performers andam pela cidade com sacolas de compras na cabeça. Confeccionadas como máscaras, as sacolas de papel são um convite à interação e por isso podem ser consideradas objetos relacionais. Distribuídas, promovem a relação dos dançarinos com as pessoas na rua. A possibilidade do anonimato facilita proposições lúdicas e corporais entre interventor e transeunte e vice-versa. Para quem assiste a intervenção, não é possível distinguir quem é o artista propositor ou o habitante da cidade, eles são iguais. 
Local: Praça Floriano Peixoto/Calçadão da Rua Capitão Tiago Luz - Santo Amaro.
22/06. Quarta, das 13h30 às 14h30 | Livre | Grátis

Série Cartocoreográfica - Com Núcleo Tríade (SP)




Com fitas adesivas e canetas piloto, o Núcleo Tríade imprime rastros do/no espaço vivo, tornando visíveis novas coreografias do tecido urbano, resultando numa instalação das "coreografias ordinárias do dia-a-dia".
23/06, quinta, das 11h às 15h - Pça Floriano Peixoto/Calçadão da Rua Capitão Tiago Luz - Santo Amaro.
25/06, sábado, das 11h às 15h - Sesc Santo Amaro.
Livre | Grátis


Conversa Dançada com Luciana Lara (DF)
Palestra-instalação dançada a partir do livro "Arqueologia de Um Processo Criativo – Um Livro Coreográfico", de Luciana Lara com a Anti Status Quo Companhia de Dança de Brasília-DF. Em ambiente imersivo de uma instalação, bailarinos interagem com projeções de vídeo e instalações sonoras enquanto a autora aborda o desafio e as soluções de colocar em formato de um livro um registro de um processo criativo em dança. 
Local: Sala Múltiplo uso (térreo).
23/06. Quinta, das 19h às 20h30 | Livre | Grátis

Aqui Enquanto Caminhamos - Com Gustavo Ciríaco
Inspirados na ideia de obra como experiência e na longa tradição que une o caminhar à produção de pensamento e lucidez, os artistas levam o público para uma jornada silenciosa através da cidade, investindo uma outra política de partilha e percepção do espaço urbano. Envoltos por um grande elástico branco, os espectadores seguem em passeio, como uma espécie de escultura viva, em que exterior e interior se misturam continuamente, em que o lugar é sempre movente e movido. 
Local: Calçadão da Rua Capitão Tiago Luz - Santo Amaro.
24/06. Sexta, das 11h às 12h e das 14h às 15h
25/06. Sábado, das 11h às 12h e das 14h às 15h

Livre | Grátis
Bate-papos

Criações e Escrituras 1 - Operações colaborativas em dança
Encontro entre artistas e pesquisadores discutindo as relações entre a criação artística e a escrita sobre dança. Com Gustavo Ciríaco (RJ), Carmen Morais (Núcleo Aqui Mesmo/SP), Antônio Nóbrega (SP), Uxa Xavier (Cia Lagartixa na Janela/SP), Cláudia Muller (MG), Carlinhos Santos (RS) e Zilá Muniz (Ronda Grupo/Florianópolis). Mediação de Thereza Rocha (RJ/Fortaleza). 
Foyer do Teatro | 16 anos | Grátis
21/06. Terça, das 16h às 18h

Edições e Editoras - Perspectivas de Mercado
Encontro entre editores de publicações de dança. Com Adriana Banana (FID/BH), José Roberto Barreto Lins (Annablume/SP), Edições Sesc (SP). Provocação de Christine Greiner (SP). Mediação de Sigrid Nora.  Foyer do Teatro | Livre | Grátis
22/06. Quarta, das 15h às 17h

Comunicação em Rede - Publicação Digital
Encontro entre artistas e pesquisadores que coordenam publicações digitais de dança. Com Ivani Santana (Mapa D2/BA), Gustavo Bitencourt (Idança/RJ), Rodrigo Monteiro (7 x 7/SP); Rodrigo Andreolli (Modos de Existir/SP) e SescTV (SP). Mediação de Sigrid Nora.
Foyer do Teatro | Livre | Grátis
23/06. Quinta, das 16h às 18h

Criações e Escrituras 2 - Operações Colaborativas em Dança
Encontro entre artistas e pesquisadores discutindo as relações entre a criação artística e a escrita sobre dança. Com Ana Vitória (RJ), Hélia Borges (RJ), Núcleo Tríade (SP), Coletivo Cartográfico (SP), Luciana Lara (DF). Provocação de Dani Lima (RJ). Mediação de Sigrid Nora.
Foyer do Teatro | Livre | Grátis
24/06. Sexta, das 16h às 18h

Geografia de Fluxus  - De Olho na Produção Acadêmica
Pesquisadores de universidades discutem as publicações acadêmicas de dança. Com Lúcia Matos (SC), Rafael Guarato (GO) e Thereza Rocha (CE). Mediação de Sigrid Nora. Provocação de Sandra Meyer (SC).  Foyer do Teatro | 16 anos | Grátis
25/06. Sábado, das 14h às 16h

Workshop

Intervenção Urbana e Sacolas na Cabeça - Com Anti Status Quo Cia de Dança (DF)
A proposta é abrir ao público o conteúdo e os desdobramentos da pesquisa prática em dança que a cia vem realizando sobre a relação do Corpo – Cidade desde a criação de "Cidade em Plano", objeto do livro "Arqueologia de Um Processo Criativo – Um Livro Coreográfico". Os participantes da oficina participarão com a cia. da intervenção urbana Sacolas na Cabeça a ser realizada logo após o workshop. 
Sala Múltiplo uso | Livre | Grátis
22/06. Quarta, das 10h às 13h

Curso
A Escrita da Dança Como Plano de Experiência - Com Thereza Rocha
Oficina de produção textual acerca da dança e seus múltiplos planos de composição na cena contemporânea. O que é escrever sobre dança? Para que? Para quem? Quais os modos? A escrita em/de/sobre/através da dança. Thereza Rocha é pesquisadora de dança, diretora de espetáculos e dramaturgista de processos de criação. Doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Professora dos cursos de graduação em dança da Universidade Federal do Ceará, onde coordena o grupo de pesquisa QUINTAL: dança, pensamento, outras dramaturgias e regimes de dizibilidade. Coautora da quase-instalação "Máquina de Dançar", com Maria Alice Poppe (RJ/SP, 2014 e 2016). Coautora do livro Diálogo/Dança , com Marcia Tiburi (SENAC, 2012) e autora do livro O Que é Dança Contemporânea? (Conexões Criativas, no prelo). 
Espaço de Tecnologias e Artes | Livre | Grátis
23 a 24/06. Quinta e sexta, das 18h às 20h30
25/06. Sábado, das 16h às 18h30

Exposição
Feira e Lançamento de Livros e Publicações de Dança
Editoras e autores expõem seus livros para venda além de lançarem novas publicações. 
Convivência | Livre | Grátis
25/06. Sábado, das 12h às 18h

Vivência
Editora Modos de Existir
O público interessado poderá criar uma seleção, a partir do índice de textos publicados no site Modos de Existir, para montar versões customizadas de uma publicação impressa. Este site contém o material produzido nas edições anteriores e receberá novos textos das futuras edições. 
Convivência | Livre | Grátis
24/06. Sexta, das 17h às 21h
25/06. Sábado, das 13h às 18h

SERVIÇO
MODOS DE EXISTIR//MÓDULO 6: PUBLICAÇÕES DE DANÇA
Espetáculos. Intervenções. Bate-papos. Workshop. Lançamentos. Feira de livro.

SESC SANTO AMARO
Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro. Telefone: (11) 5541-4000.
Horário de atendimento bilheteria: Terça a sexta-feira, das 10 às 21h30 e sábado, domingo e feriado, das 10 às 18h30. Obs: O Estacionamento e a bilheteria permanecem abertos de acordo com o horário das programações.

Estacionamento – Subsolo – 180 veículos, 34 vagas para motos (preço especial para shows iniciados a partir 18horas: R$5,50 p/ comerciários e R$11 p/ não comerciários e 35 vagas no bicicletário (grátis). Observação: as motos pagam taxa equivalente aos veículos.

Assessoria de Imprensa:
Com Canal Aberto | Márcia Marques
Contatos: (11) 2914 0770 / 9 9126 0425

Assessoria de imprensa – Sesc Santo Amaro 
Tel. (11) 5541-4005





segunda-feira, 20 de junho de 2016

Legião Urbana comemora os 30 anos de seu disco de estreia com show histórico na Estância Alto da Serra

Dado Villalobos e Marcelo Bonfá convidam a banda Plebe Rude para comemorar este marco na história da música brasileira

Passados 30 anos do lançamento do icônico disco de estréia, batizado com o mesmo nome da banda, o Legião Urbana, na figura de Dado Villalobos e Marcelo Bonfá, comemoram este marco na história do grupo e, porque não, da música brasileira com um show especial na Estância Alto Serra com a presença especial da banda Plebe Rude

Pensado inicialmente para acontecer no último trimestre de 2015, o projeto se estendeu até 2016. Isso porque, além de tocar nas principais capitais do país, existe a vontade do Dado e do Bonfá de tocar em algumas cidades nas quais nunca chegaram com a Legião. Como disse Marcelo Bonfá recentemente, "a Legião Urbana tem fãs espalhados por todo o Brasil. Depois dos shows, era comum eu ficar por ali para conhecer melhor a região. Mas aí os espaços foram ficando pequenos para a gente tocar, mesmo nas capitais. Nesta turnê adoraríamos tocar nas capitais, mas também em cidades onde nunca chegamos com a banda." Mas, para evitar erros ou mal-entendidos, sempre deixando claro que não existe possibilidade alguma de "volta" da Legião Urbana. Como já disseram inúmeras vezes, a Legião - como banda - acabou junto com a morte do Renato, em 1996. Renato Russo é único e insubstituível.

Quem acompanha Dado e Bonfá no palco e divide os vocais com o público é o ator e cantor André Frateschi. Não será a primeira vez de André junto aos integrantes da Legião, já que ele costumava acompanhar Dado, Renato e Bonfá quando tinha 10 anos na turnê de 1985, na dobradinha entre a banda e a peça de teatro "Feliz Ano Velho", protagonizada na época pela sua mãe, a atriz Denise Del Vecchio.
O espetáculo é divido em duas partes. Na primeira, Dado, Bonfá e André, mais o guitarrista Lucas Vasconcellos (Letuce), o baixista Mauro Berman (Cabeza de Panda e Marcelo D2) e o tecladista Roberto Pollo (Cirque du Soleil) executam na íntegra o disco de estreia, Legião Urbana (1985), que contém faixas emblemáticas, como "Será", "Geração Coca-Cola", "Ainda é Cedo" e "Por Enquanto". Na sequência, uma seleção de canções que percorre toda a carreira do grupo brasiliense – entre hits instantâneos, como "Tempo Perdido" e "Há Tempos", e faixas que há anos emocionam os fãs como "Daniel na Cova dos Leões" e "Dezesseis".

E surpresa fica por conta do convite feito à bandas icônicas que fizeram parte da história da banda e que vão fazer parte desta inesquecível turnê. E o convidado para este show na Estância Alto da Serra é a banda Plebe Rude

Composta por André X (baixo), Philippe Seabra (guitarra e voz), Clemente (Inocentes) (guitarra e voz) e o brasiliense Marcelo Capucci (bateria), a Plebe Rude foi formada em 1981, em Brasília, e começou se destacando no meio punk-rock por volta de 1982, numa época em que a efervescência roqueira da capital federal era grande. Intitulado "O Concreto Já Rachou", o primeiro disco do grupo foi lançado em 1985, às vésperas da abertura política do país, em um período de redemocratização. O segundo álbum, "Nunca Fomos Tão Brasileiros", surgiu no contexto da criação da nova Constituição, em 1988. No terceiro disco, homônimo, a banda buscou explorar as raízes brasileiras, criando o embrião do forró-rock, que teve seu ápice anos depois com os Raimundos. Antes de darem uma pausa na carreira em meados da década de 90, o grupo ainda lançou o quarto disco, "Mais raiva do que Medo, de 1993". A Plebe Rude retornou às atividades em 2000, com o álbum ao vivo "Enquanto a Trégua Não Vem". Quatro anos depois, o guitarrista Clemente Nascimento, da banda Inocentes, passou a integrar o grupo, trazendo um estilo mais punk agressivo ao quinto álbum de estúdio, "R ao Contrário" (2006). Cinco anos depois, a banda lançou um novo disco ao vivo, "Rachando Concreto", ao vivo em Brasília. Comemoram em 2015 os 30 anos do lançamento de "O Concreto Já Rachou", trabalho mais bem sucedido do grupo, alcançando disco de ouro com cerca de 200 mil cópias e considerado pela revista Rolling Stone um dos 100 melhores discos da música.

Juntos, todos esses elementos fazem da noite do dia 25 de junho, uma data especial. Afinal, não é todo dia que se presencia 30 anos de história, não é todo dia que se vê Legião Urbana ao vivo.

FOTOS:

Sobre a Estância Alto da Serra:
Empreendedorismo e visão futura foram os fatores que deram origem a este paraíso natural localizado no meio da Mata Atlântica. São 1.000.000m² com 21.000m² de área construída distribuídos entre auditórios, espaço para shows, palcos, salas de convenções, pista de dança, praça de alimentação e camarotes que permitem uma visão privilegiada para assistir aos shows com conforto e segurança.
Consagradas as noites de bailes country e sertanejo, a Estância Alto da Serra, investiu em: saneamento, infraestrutura, arquitetura e decoração e hoje é um verdadeiro complexo de entretenimento. Reconhecida como uma das maiores casas noturnas da atualidade, a mistura de tecnologia e natureza torna o ambiente mágico.
SERVIÇO
LEGIÃO URBANA XXX ANOS
Banda convidada: Plebe Rude
Data: 25/06/2016 - Abertura da casa às 21h00.

VALORES
PISTA                                                                                                
R$   30,00   (meia) |
R$   60,00 (inteira) |
Não há mesas nem cadeiras nesse setor | É obrigatória a apresentação do documento que comprove o direito ao beneficio, meia entrada, de acordo com lei n. 12.933
  
CAMAROTE CONVIDADOS                                                                 R$   50,00   (meia)  |
R$ 100,00 (inteira) |
ACESSO: PISTA
Não há mesas nem cadeiras nesse setor | É obrigatória a apresentação do documento que comprove o direito ao beneficio, meia entrada, de acordo com lei n. 12.933

CAMAROTE ESTÂNCIA PRÊMIUM                                                      UNISSEX - R$ 130,00  
ACESSO: PISTA | CAMAROTE CONVIDADOS | FRENTE DO PALCO
OBSERVAÇÕES:
Esse espaço não é open bar | Não há mesas nem cadeiras.
SOBRE:
Um novo ambiente temático dentro da Arena da Estância Alto da Serra, oferecendo novos serviços, cardápio diferenciado, decoração especial com bistrôs, tvs, iluminação e muito mais, em uma estrutura que proporcionara conforto e descontração. Um local para poucos, com muita gente bonita, para você curtir os melhores shows, seus artistas preferidos e uma experiência única no lugar mais VIP da Estância Alto da Serra.
ESPAÇO EXCLUSIVO:
Welcome drink | buffet de pães, frios e petiscos | atendimento e serviços exclusivos como: bar, garçons, recepcionistas e chapelaria | kit Estância Premium brindes | www.estanciapremium.com.br.

CAMAROTE MADEIRA ROCK STAGE | OPEN BAR                                                                  UNISSEX - R$ 130,00  
ACESSO: PISTA
INCLUSO
Água, Refrigerantes, Água de Coco LIV, Syn Lemon Ice, Catuaba Selvagem, Cerveja Skol, Vodka Orloff, Whisky e Santa Dose.
*Não será permitida a saída com bebidas do camarote | *Não há mesas nem cadeiras.

CAMAROTE VIP                                                                                 R$ 2.500,00
INCLUSO
10 ingressos Cam. Convidados | R$ 1.000,00 em fichas de Consumo | Mesas | Puffs | Atendimento de garçom exclusivo.
INFORMAÇÕES:
Reserva antecipada | Capacidade do espaço para 15 pessoas.
CENSURA                                                
18 anos

GOG se apresenta no sesi Mauá

O SESI Mauá recebe no dia 24 de junho, sexta às 20h, o show Travessia, criado em 2014 pelos artistas GOG e Pianola. O espetáculo traz elementos brasileiros inseridos na perspectiva da música erudita e os "beats" do DJ Preto EL. A entrada é gratuita.
A apresentação nasceu da participação dos artistas no concurso promovido pela produtora alemã Piranha Arts, responsável por uma das maiores feiras de música: a WOMEX (World Music Expo). O concurso baseou-se na criação de uma versão para a música originalmente escrita e gravada como Szomoru Vasárnap, do pianista e compositor húngaro Rezso Seress.
Acompanhado pelo Pianola Duo, o rapper GOG apresenta neste show seu repertório musical com uma nova roupagem e dinâmica, misturando elementos e estilos musicais que sempre representaram e estiveram nas extremidades das camadas sociais.
A apresentação faz parte do projeto SESI-SP Música, que visa promover o acesso da comunidade à música de qualidade e difundir todos os estilos musicais.

Sobre os artistas
GOG é rapper e escritor,  possui 30 anos de carreira e se destaca por sua consagração na cultura hip hop brasileira e pela militância e atuação nos movimentos sociais.


Com nove discos gravados e um DVD que contou com a participação de grandes nomes da música popular brasileira como Lenine, Maria Rita, Gerson King Combo, Paulo Diniz, o artista acaba de lançar o décimo disco de sua carreira intitulado Genival Oliveira Gonçalves.



Além do intercâmbio e gravação com artistas de diversos estilos e abrangências, difundindo nacionalmente a cultura periférica do Distrito Federal, foi o primeiro rapper brasileiro a lançar o próprio selo.
DJ Preto EL. é membro do coletivo mundial de DJs, Global Club Music Network, que tem influências de várias partes do mundo em suas produções musicais. Como produtor, acaba de participar de uma residência artística na cidade de Diadema com o DJ britânico Feva, residente do Festival Brum Spirit, na cidade de Birmingham, Inglaterra.



Pianola Duo é uma combinação de piano e viola erudita voltada ao repertório da música popular brasileira. Formado por Caio Forster,na viola, e Rubens Lopes, ao piano, o duo traz novas leituras para clássicos da música nacional em formato instrumental. Além da homenagem ao cancioneiro popular, o duo aproxima do grande público um instrumento tão rico como a viola erudita.

Ficha Técnica
Voz: GOG | Piano: Rubens Lopes | Viola Erudita: Caio Forster | Voz e violão: Victor Victrola | DJ: DJ Preto EL.

Repertório
O Amor Venceu a Guerra (GOG)
Arrastão (Edu Lobo)
Carta à Mãe África (GOG)
Bye Bye Brasil (Chico Buarque)
Quando o Pai se Vai (GOG)
A Rã (João Donato)
Momento Seguinte (GOG)
Apelo (Vinícius de Moraes)
África Tática (GOG)
Travessia (GOG ft. Pianola)

SERVIÇO
Local: SESI Mauá – Av. Presidente Castelo Branco, 237, Jardim Zaira.
Alvará 030100-0, válido até 11/9/2016 | AVCB 127371, válido até 11/9/2016 
Datas e horários: 24 de junho, sexta-feira, 20h
Capacidade: 131 lugares 02 para cadeirantes
Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: livre
Gênero: Música popular
Informações: 4542-8977
Entrada gratuita – Os ingressos serão distribuídos 30 minutos  antes do início do show.

Fotos: Divulgação.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Antoine de Saint-Exupéry, ou “Zéperri”, autor de “O Pequeno Príncipe” é mote de espetáculo infantil em São Paulo

Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944) ou “Zéperri” para os mais chegados. Esse é o nome do escritor, ilustrador e piloto francês, criador de “O Pequeno Príncipe”, literatura clássica escrita em 1943. Agora, em julho de 2016, são 72 anos de sua morte, ocorrida em um acidente aéreo em Marselha, na França. As homenagens e reconhecimento pela obra avançaram enormemente pelo mundo todo, inclusive esse feito pela Cia Mútua, de Santa Catarina, que criou o espetáculo Um Príncipe Chamado Exupéry, que estreia temporada em São Paulo em 18 a 26 de junho, no Espaço Sobrevento, com sessões gratuitas. O espetáculo tem patrocínio dos Correios e é uma realização do Ministério da Cultura e Governo Federal.

Foto: Daniel Sorrentino.


Antoine de Saint-Exupéry visitou inúmeras vezes a Ilha do Campeche, localizada em Florianópolis, SC, onde havia uma filial da Aéropostale, empresa em que trabalhava. Lá se tornou amigo de um pescador, o senhor Deca, amizade retratada no espetáculo. Desse encontro afetivo entre a companhia de teatro, o autor e sua relação com a terra natal do grupo nasceu a peça Um Príncipe Chamado Exupéry.


Foto: Fernando Honorato .


A partir da técnica de teatro de animação e sem falas, a Cia Mútua criou esse espetáculo que aborda a história do lendário escritor e aviador francês no período em que ele trabalhou para a Aéropostale (atual Air France), companhia de correio aéreo francesa que somente no Brasil implantou onze pontos de escala, de Natal-RN até Pelotas- RS, com hangar, casa de pilotos e aeródromos. Além de piloto, Antoine de Saint-Exupéry escreveu diversas obras, sempre caracterizadas por elementos de aviação e de guerra, entre elas: "O Aviador" (1926), "Voo Noturno" (1931), "Terra dos Homens" (1939), "Carta a um Refém" (1944), além de ter colaborado para inúmeros jornais e revistas francesas.
O período em que se passa a peça é o do início da aviação civil, uma época em que os funcionários eram jovens pilotos destemidos, agentes de verdadeiras façanhas para transportar o correio da França para a África e dali para a América do Sul. Entre esses pilotos, ditos “cavaleiros do céu” por conta de suas proezas, estava Antoine de Saint-Exupéry, que antes de ter desaparecido durante a Segunda Guerra em 31 de julho de 1944, deixou atrás de si uma obra memorável, na qual relata o cotidiano, as aspirações e as dificuldades de uma profissão nova e muito arriscada.



Desde sua estreia em 2010, o espetáculo catarinense em homenagem ao célebre autor de O Pequeno Príncipe já percorreu 54 cidades de 16 estados e acumulou um público de mais de 10 mil pessoas.



A trajetória de Um Príncipe Chamado Exupéry
Desde sua estreia, em agosto de 2010, o espetáculo já participou de importantes festivais, entre eles o Festival Internacional de Teatro de Animação de Florianópolis, a Semana Internacional de Teatro de Animação de São Paulo e o Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Belo Horizonte, tendo excelente repercussão da mídia e da crítica especializada. Em 2011 circulou por 24 cidades de Santa Catarina através do projeto Encena Catarina SESC e em 2012 circulou 15 estados brasileiros com o Projeto Palco Giratório SESC, sendo o único espetáculo de teatro de animação do circuito daquele ano. Em 2013 ocupou os espaços da CAIXA Cultural São Paulo e Brasília, tendo excelente retorno de público e crítica, sendo destaque da Revista BRAVO de fevereiro/13. Além disso, possui o aval da Sucessión Saint-Exupéry, que enviou ao Brasil duas representantes (sobrinhas netas de Saint-Exupéry) que assistiram ao espetáculo em Maio/2011. 
Provocar o encontro de artistas do sul do Brasil com a população do sudeste brasileiro, mais especificamente Rio de Janeiro e São Paulo, é contribuir para a circulação de um espetáculo delicado, de excelente qualidade artística e que, por sua particularidade, provoca curiosidades.  
A proposta cênica é inédita e tira o público da condição passiva de espectador, colocando-o para dentro da caixa cênica. O público voa nas asas de Saint-Exupéry! E pelo fato de o espetáculo não possuir textos falados, pretende-se ampliar o acesso a portadores de deficiência auditiva, propiciando a inclusão social. Em suma, este projeto pretende não apenas difundir esta pesquisa, mas resgatar uma parte da história do Brasil através da estética, lirismo e poesia do teatro de animação.  

Foto: Fernando Martinez.


Processo de Montagem
A montagem ocorreu entre junho/2009 e agosto/2010, totalizando 14 meses de pesquisa, produção e ensaios, antes da estreia em 27 de agosto de 2010.
A pesquisa abrangeu o estudo da vida e da obra de Saint-Exupéry, por meio da leitura de seus livros e de sua biografia completa; da pesquisa de campo realizada no Brasil e na França e da entrevista de pessoas ligadas direta ou indiretamente ao personagem, como seu sobrinho-neto, François D´Agay e Dona Chica, esposa do pescador de Florianópolis Rafael Manoel Inácio, o Seu Deca.
A produção dos bonecos e da cenografia foi cuidadosamente planejada a partir de maquetes, story-boards, protótipos e desenhos, elaborados a partir do livro Dessin: aquarelles, pastels, plumes et crayons, que contém todos os desenhos do próprio Saint-Exupéry, desde 1910, quando tinha 10 anos, até o seu desaparecimento em 1944.

A Cia Mútua - Histórico
A Cia Mútua foi fundada em 1993 e está atualmente estabelecida na cidade de Itajaí-SC. Desde 2002 pesquisa o teatro de animação, produzindo e apresentando espetáculos, além de dedicar-se a projetos de formação na área.
Possui em seu repertório os espetáculos El Gran Circo -Teatro de Luvas(2015), Exílio(s) (2013), Um Príncipe Chamado Exupéry (2010), Flashes da Vida (2007), Felizes para Sempre (2005), Teatro Lambe-lambe (2005) e A Caixa (2004), com os quais foi contemplada com prêmios nacionais, participando de diversos festivais nacionais e internacionais, além de projetos de circulação e/ou ocupação de espaços, como os do SESC e CAIXA Cultural, FUNARTE. Já se apresentou na França, Espanha, Chile, Argentina e em 18 estados brasileiros.
Atualmente o grupo é formado pelos artistas multidisciplinares Mônica Longo (atriz e produtora), Guilherme Peixoto (ator, diretor e fundador da companhia), Luis Melo (artista plástico e técnico) e Laura Correa (atriz, produtora e técnica).

Foto: Fernando Honorato.


Prêmios
Pelo espetáculo Um Príncipe Chamado Exupéry, a companhia ganhou oPrêmio Myriam Muniz 2012 (Circulação, Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural São Paulo e Brasília), o Projeto SESC Palco Giratório 2012 (Circulação por 15 estados), Em Cena Catarina SESC 2011 (Circulação por 24 cidades de SC), Prêmio Elisabeth Anderle 2009 (Montagem) e o Prêmio Myriam Muniz 2008 (Montagem).
Pelo espetáculo A Caixa, a Cia Mútua recebeu o Prêmio Elisabete Anderle2013 (Circulação), Em Cena Catarina SESC 2014 (Circulação por 23 cidades de SC), melhor espetáculo eleito pelo público do X Otoño Azul – Encuentro de Teatro Argentina (2009), melhor espetáculo de teatro de bonecos do36° FENATA – Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa-PR (2008), melhor espetáculo infantil / melhor cenografia / indicação para figurino e sonoplastia / prêmio especial pela excelência na manipulação dos bonecos do XVIII FETECO - Festival de Teatro de Guarapuava-PR (2008), a indicação ao prêmio especial pela excelência na manipulação dos bonecos do 2º Festival Nacional de Teatro de Campos dos Goytacazes-RJ (2007), o 2º lugar na categoria espetáculo infantil / melhor texto original / indicação para melhor cenografia / indicação para melhor direção / indicação para melhor iluminação do 10º Festival Nacional de Teatro de Americana-SP(2006), o de melhor espetáculo infantil / melhor cenografia / melhor direção do XXX FESTE - Festival Nacional de Teatro de Pindamonhangaba-SP (2006) e o de Ocupação dos Teatros da CAIXA Cultural nas cidades do  Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Brasília.

PARA ROTEIRO
Um Príncipe Chamado Exupéry
Cia. Mútua – Brasil – SC
Esse é um espetáculo inspirado na vida do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, entre 1926 e 1944, quando, antes de tornar-se famoso por seu romance O Pequeno Príncipe, trabalhou pilotando frágeis aviões postais em escalas de voos diários que se estendiam pela Europa, África e América do Sul, inclusive em Florianópolis, onde ficou eternizado como “Zéperri”. Sem palavras, esta montagem catarinense tem lugar em um velho hangar e cria uma atmosfera envolvente, delicada e tocante.

Ficha Técnica
Roteiro/Dramaturgia.................................
Mônica Longo, Guilherme Peixoto e Willian Sieverdt
Elenco..........................................................
Mônica Longo e Guilherme Peixoto
Direção........................................................
Willian Sieverdt
Cenografia...................................................
Jaime Pinheiro
Mecanismos de Bonecos e Cenários..........
Paulo Nazareno
Sonoplastia e Trilha Sonora Original...........
Guilhermo Santiago e Paulo Zanni
Engenharia de Iluminação...........................
Giba de Oliveira
Desenhos.....................................................
Marcos Leal
Figurinos......................................................
Lenita Novaes
Escultura dos Bonecos................................
Mônica Longo
Designer Gráfico..........................................
Leandro de Maman
Pintura de Estrutura Cênica........................
Luis Melo
Pintura de Bonecos......................................
Luis Carlos Vigarani
Pintura de Cenários.....................................
Guilherme Peixoto e Mônica Longo
Preparação de Atores..................................
Ângela Finardi
Consultoria de Pesquisa...............................
Mônica Cristina Corrêa
Operação de Luz.........................................
Laura Correa
Operação de Som........................................
Luis Melo
Pesquisa, Produção e Realização................
Cia Mútua

Serviço
Cia Mútua em Um Príncipe Chamado Exupéry
Espaço Sobrevento
Rua Coronel Albino Bairão, 42 - Belenzinho, São Paulo - SP, 03054-020
Telefone para informações: 11 9 7018-3677
18 a 26 de Junho de 2016
Sábados e Domingos às 16h e às 19h
Ingressos: grátis – retirar ingresso uma hora antes
Duração: 50 minutos/ Recomendação: 10 anos
Lotação: 60 por sessão


Informações para Imprensa
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques
Fones: 11 2914 0770 Celular: 11 9 9126 0425

Daniele Valério
Fones: 11 9 6705 04 25/ 11 9 8435 6614

ParkShoppingSãoCaetano promove edição especial do 50º Encontro de Carros Antigos

O tradicional Encontro de Carros Antigos do ParkShoppingSãoCaetano chegou a sua 50ª edição. Para comemorar em grande estilo, o empreendimento preparou um evento para toda a família no domingo, 19 de junho, das 8h às 16h. Excepcionalmente nesta edição, o encontro acontecerá no estacionamento externo do shopping e contará com apresentação da banda "Jazz Brothers". O evento é gratuito e organizado pelo Automóvel Clube de São Caetano do Sul.

Os apaixonados e fãs por carros lendários poderão apreciar diversos modelos de veículos em exposição e também conhecer os clubes Opala Clube do ABC, VolksPorche, Galaxie Clube e muito outros, que levarão um pouco da história das grandes marcas de automóveis que marcaram época. Para garantir a alegria das crianças, esculturas de bexigas serão feitas na hora e também poderão se divertir na PlaySpace, com a primeira meia hora gratuita no espaço de entretenimento infantil.

Os interessados em expor suas raridades devem se inscrever no Automóvel Clube de São Caetano do Sul por e-mail (balbosantarelli@gmail.com) e contribuir com um quilo de alimento não perecível, que será doado para o Fundo Social de Solidariedade de São Caetano do Sul.



SERVIÇO – 50º Encontro de Carros Antigos
Data: 19 de junho – domingo
Horário: Das 8h às 16h
Local: Estacionamento externo
Endereço: Alameda Terracota, 545, Espaço Cerâmica, São Caetano do Sul – SP
Horário de funcionamento do Shopping 
Lojas: De segunda a sábado, das 10h30 às 22h30; domingos e feriados, das 14h às 20h
Praça de Alimentação: Segunda a sábado, das 11h às 23h; domingos e feriado, das 11h às 22h
Informações: 4003-4174 e www.parkshoppingsaocaetano.com.br  

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Teatro da Livraria da Vila coloca em cartaz a peça Eu Nunca

A peça Eu Nunca estreia dia 11 de junho no teatro da Livraria da Vila do Shopping Pátio Higienópolis. As apresentações acontecem aos sábados às 20h e aos domingos às 18h.

O espetáculo conta a história de 3 jovens de vidas extremamente opostas, convivendo e dividindo suas intimidades até o limite do suportável. A peça traz à tona as questões mais emergentes da juventude moderna, além de desconstruir ‘’contos de fadas” de modo que o jovem possa repensar o lugar em que se encontra nos dias de hoje.


Foto: Divulgação.

Ficha Técnica:
Direção: Júlio Oliveira
Assistente de Direção: Ingrid Mantovan
Dramaturgia: César Silva
Elenco: Gabriela Gama, Júlio Oliveira e Ghilherme Lobo (Ghilherme com 2 H's, por favor pedir pra conferir)
Iluminação: Matheus Heck
Fotografia: Marcelo Auge
Produção: Ricco Antony
Assistente de Produção: Gabriela Gama
Assessoria de imprensa: Grazy Pisacane
Duração: 70 minutos
Classificação: 12 anos




Serviço
De 11 de junho a 31 de julho, aos sábados às 20h e aos domingos às 18h.
Teatro Livraria do Shopping Pátio Higienópolis - Avenida Higienópolis, 618 – Higienópolis, SP
Capacidade: 65 lugares
Valores: R$ 50 inteira | R$ 25 meia-entrada
Meia-Entrada: Crianças acima de 2 anos, deficientes físicos, estudantes, idosos, aposentados e professores da rede pública.